segunda-feira, julho 07, 2014

Maranhão da gente Vencedora e seu candidato perfeito

A aposentadoria do Ex-Presidente José Sarney por aqui... aconteceu no exato momento em que seu grupo não apresentou mais condições de ter comando unificado. Isso ficou claro quando senhores do próprio grupo eliminaram a candidatura de Luís Fernando e, de sobra, impediram a candidatura de Roseana Sarney ao Senado. Não só isso, os deputados ditos aliados do governo praticamente ignoraram os apelos da governadora Roseana na pretensão de conduzir o processo de eleição indireta para governador, em um mandato tampão. Fato que deixou uma questão: cadê o roseanismo que era diferente do sarneísmo? Onde ficou o roseanismo nesse episódio? 

O que ocorreu no grupo do senador Sarney pode ser ilustrado da seguinte maneira: a centralização do comando acabou e aconteceu uma fragmentação do mando. É como se o absolutismo monárquico tivesse ruído e, no seu lugar, tivesse emergido a feudalidade dos feudos. Vários senhores poderosos com seu próprio domínio atuando dentro de uma mesma região, nesse caso, dentro do grupo. 

Finalmente Edinho é candidato. Não seria interessante a retirada dele. A disputa e o desfecho não teria o mesmo valor simbólico sem Edinho. Ele é um autêntico representante desse momento final. Na sua postura deslocada revela uma sinceridade e uma autenticidade que melhor traduz o resultado da longevidade do controle político exercido pelo seu grupo e a densidade moral reinante na classe política maranhense. 

A "teoria social" dos quadros lançada por ele: cada um no seu quadrado, a apresentação de sua biografia destacando que é casado, pai e avô (exceto a noção de família, tudo fica no âmbito instintivo, fisiológico) e o slogan do  "Maranhão Vencedor" são de total autenticidade. Ele fielmente representa esse estado de coisas, é o candidato perfeito para o cenário. Ao dizer que é o Maranhão vencedor expõe claramente o que é o Maranhão para seu grupo. É a visão exata do ponto que ocupa e o sentimento que alimenta em relação ao Estado. O Maranhão, para eles, realmente é só de vitórias. Maranhão perfeito e glorioso para os interesses de um pequeno grupo. Por outro lado, é o Maranhão inexistente para os vencidos, que anseiam pela realização da vontade geral, não pela vontade de todos e muito menos pela vontade só de alguns. 

Lobão Filho, Parabéns! Você, nesse particular, é muito sincero e autêntico!  



sexta-feira, julho 04, 2014

Juan Zuñiga: um exterminador em campo e a FIFA


Qualquer pessoa que já fez algum tipo de luta..sabe que isso não foi acidental. O joelho já estava dobrado e projetado para frente. O cara joga o peso do corpo para a pancada ser mais forte. Ninguém faz impulsão com o joelho dobrado a dois passos do alvo. Vejam como ele firma a mão nas costas de Neymar para aplicar a joelhada. Esse despreparado Juan Zuñiga podia ter retraído o joelho. Mas bandido é bandido!

A jogada mais criminosa da Copa. Zuñiga levantou o joelho e projetou direto nas costas do rapaz. Ele olha antes para as costas de Neymar. Foi direto para bater. Neymar sofreu fratura na vértebra em decorrência desse golpe. Maldade pura. Revejam o lance. 


E essa pisada direto no joelho de Hulk? Só não quebrou porque o pé de Hulk estava saindo do chão. Isso é golpe, não é uma falta normal! O que a CBF vai fazer? A FIFA não vai rever os vídeos e punir esse despreparado e irresponsável? Absurdo... 

Brasil e o nariz da Copa

Reproduzido a partir da internet, autor não identificado.

Ser um povo cuja manifestação mais forte de patriotismo não está ligada aos elementos tradicionais da chamada cultura cívica não é, em si, um fato comum e fica mais extraordinário quando a virtude cívica assume a forma de torcida de futebol. Civicamente eufórico diante de uma TV ou, no rol de alguns poucos, cantando o hino nacional no estádio onde acontece a partida de futebol. 

O hino emociona e nem se sabe o porquê. O que tem esse hino? Serão as margens plácidas?, ou o brado retumbante?, ou os raios fúlgidos?, ou o impávido colosso?, ou deitado eternamente em berço esplêndido?, ou fulguras?, ou florão?, ou mais garrida?, ou o lábaro?, ou a flâmula?, ou a clava forte? Difícil saber o que move esse reduzido cidadão ao imenso torcedor patriótico. 

O certo é que Hino Nacional Brasileiro fala de coisas não comuns se comparado a outros hinos. Fala "de amor e de esperança", de "amor eterno", de campos "risonhos" e "flores". 

Que país já ousou viver "um sonho intenso"? É isso... Vivemos de sonhos, de poesias. Não sem motivos o poeta notou essa vida: "Vamos viver de brisa, Anarina."

Vamos descansar os olhos (para o choro)... amanhã tem jogo da seleção na copa, dia de nacionalismo! 



quarta-feira, julho 02, 2014

Candidatos e candidaturas..


Ninguém pode reclamar do volume de candidaturas. Existem candidatos das mais diversas colorações para todos os cargos em disputa. Mas nada existe de significativamente diferente em termos político. O sistema eleitoral brasileiro e o sistema partidário entraram em um movimento mecânico, repetitivo perigoso. A apatia e aversão cresce no meio dos cidadãos. As eleições viraram um ritual sem significado ou rotina improdutiva para uma parcela significativa da sociedade brasileira. 

O nosso sistema eleitoral está mais que defasado, e propício à manutenção  de representantes sem a legitimidade da vontade de maioria, servindo a todo tipo de aventureiro e dos piores à frente do poder. Não precisa ter nenhuma causa pública, basta um montante monetário para negociar votos viciados. É preciso quebrar esse modelo de escrutínio e de voto visando priorizar a representação ´que abra espaço para lideranças locais. Representante com maioria. Precisamos combinar a eleição majoritária com votação multinominal. O sinal já acendeu e faz tempo. 

Ninguém assumiu a responsabilidade de abrir o debate público sobre as questões de interesse público. As questões e os gritos das ruas até agora ignorados. Temos a infelicidade do repetido "embate" parceiro entre PT e PSDB, enfatizando mediocridades um do outro. Nível baixíssimo de discussão e irresponsável diante dos interesses do povo brasileiro. 

Por aqui, nesse Maranhão, não existe nada de substancialmente novo. Os discursos já estão saturados desde 2012. Temos que torcer para o nível não baixar mais e questões sérias e sejam discutidas, que propostas fundamentadas em estudos sejam expostas e apresentadas ao povo.

As eleições majoritárias não apontam para nada de extraordinário. Estamos diante de um ajuste intra-oligárquico. 

Flávio vem com parte dos espólios de Sarney e Jackson, completa o  seu grupo aliados do PT, seus correligionários e uma leva de políticos que aderem ou formam alianças de ocasião (o extremo do oportunismo). Edinho vem também com parte do espólio de Sarney, parte do núcleo mais orgânico e tudo que sobrou dentre os políticos que aderem por mera conveniência, aliados de ocasião  e puro oportunismo. 

O primeiro é um político em início de carreira, apenas com um exercício de mandato legislativo e três campanhas eleitorais. Tem que administrar diversos órfãos e ímpeto de alguns senhores sedentos de poder e vantagens. Está diante do desafio conciliar a instauração da república no Maranhão e o apoio de políticos de trajetórias não republicanas. Situação que vai exigir ou conversão ou ceifamento. A questão é quem vai fazer o quê? 

O segundo é filho de político, não é político, que entrou na disputa através de um lance próprio e mal delineado. Boa parte do sarneísmo não aderiu, mesmo não se declarando contra. Ele, até o presente momento,  ainda não apresentou nada em termos de discurso político: causas, projetos e compromisso alinhados com a vontade geral. É um candidato que nunca disputou uma eleição e representa o continuísmo. Sua fama de arrojado, seu estilo estridente de chefão é contrastante com o estilo de seu pai. Trata-se de uma tremenda incógnita quanto a carreira política. Pois, no meio do espólio, uma fração já flerta com a atual oposição, por não ver mais chances eleitorais e outra fração, através de sinais de libras, já conversam entre si para abandonar o barco logo após o primeiro turno. 

Os candidatos dos partidos mais à esquerda possuem um belo sorriso, mas insistem em sorrir para dentro. Ainda não se decidiram pela vitória efetiva no campo eleitoral. Longo discursos recheados de conceitos abstratos, sem proposições mais objetivas e de modo persuasivo. Ainda não conseguem aproveitar suficientemente a brecha que a internet, através das redes sociais, criou contra o monopólio dos meios de comunicação. Aceitaram facilmente Edinho tomar a frente da polarização com Flávio, mesmo sendo uma candidatura tardia. A face sisuda e tensa já figura como uma marca das suas aparições na TV. Podem, nesse curso, cometer um desperdício histórico de permitirem que a sobra do sarneísmo assuma a posição de frente da oposição, caso Flávio vença. 

A disputa pela única vaga para senador ainda não atrai significativamente a atenção do eleitor. A propaganda eleitoral gratuita pode provocar maior interesse. Tende para um resultado representando a continuidade.  

domingo, junho 29, 2014

Sarney: de Maquiavel a Cervantes


Sarney disse não à candidatura, mas o Amapá também disse não. 
Como tratei em outro post, desde a década de 60 José Sarney não entra em pleito para disputar. Tudo que veio depois dessa data foi participações em que os pleitos eletivos estavam sem concorrentes efetivos. Assim, o senador Sarney lançava candidatura para tomar posse. 

O contexto tem mudado no Brasil. No Maranhão algumas alterações estão em curso, mas no Amapá, desde 2010, mudanças significativas ocorreram no campo político partidário.

Analistas amapaenses apontam a Operação Mãos Limpas como um dos fatores que inicialmente contribuíram para alterar o campo da disputa eleitoral no Amapá. Mas é lógico que um só fator não é suficiente para alterar um campo tão complexo como o político. 

O contexto  atual que produziu Sarney desistindo da sua candidatura a senador pelo Amapá tem uma convergência de interesses partidários locais. O prefeito da capital do estado (Macapá) é um opositor, o governador do estado também é opositor. Esses ingredientes sozinhos somam o perigo necessário para uma candidatura que não pode ter concorrentes reais. Não bastando isso, a confluências de forças contrárias somou a vice-governadora, Dora Nascimento, pertencente ao PT, entrou na disputa pela vaga do Senado. Para completar o fechamento, Davi Acolumbre, do DEM, entrou na disputa para o Senado, mais uma vez aparece um ex-aliado para jogar contra. Dizem que Acolumbre foi incentivado a concorrer pelo senador Randolfe (PSOL), para completar a construção do não amapaense. O não do Amapá ao senador Sarney foi de um extremo a outro do arco ideológico. 

O senador Sarney viu o óbvio, as máquinas estadual e municipal estão contrárias, candidatos eleitoralmente fortes, mais jovens e com maiores vínculos locais formaram o cenário perfeito para uma derrota humilhante. O senador teria que disputar sem a vantagem do apoio governamental e sem adversários incapacitados de disputar. O tempo mudou. 

Como bem diz Maquiavel sobre (tempo/contexto): "Isso se explica tão-somente pela natureza dos tempos que se ajusta ou não à sua maneira de agir". "Experimenta a infelicidade da ruína aquele cujo procedimento não se ajusta à natureza dos tempos." "Assim, que sendo a sorte variável e os homens obstinados nos seus modos de proceder, experimentarão a felicidade do êxito enquanto houver concordância entre modos de proceder e os tempos." (Trecho de O Príncipe) 

Porém, esse não que Sarney precisou lançar para si, de visível contra sabor, representa um ganho pessoal. Na verdade, os opositores do Amapá lhe deram a chance de saída ainda honrosa. Sarney, visivelmente cansado, faz o retorno para casa. Está parecendo que o senador, no seu esforço pelo gosto literário, assimilou também os ensinamentos de Cervantes. Em Dom Quixote existe a dica de que o verdadeiro cavaleiro sabe a hora de voltar para casa. Eis o ensinamento. Sarney, nesse tempo de vida restante,  pode estar recuperando a condição de José de Ribamar, bem como Alonso Quijano recuperou a si retornando para casa. Há tempo o José vive suplantado pelo mito, confundido e confundindo-se nos devaneios do imaginário. 

Nunca é tarde para buscar a liberdade... até mesmo do seu próprio cárcere! O carcereiro acaba vivendo também no cárcere... quase similar aos presos. 

Essa aposentadoria não é nenhuma garantia de melhoria para o povo, ela vale mais para os que estão querendo ocupar de imediato o poder.  Além disso, esse mesmo grupo que está no poder tem tudo para assumir a condição de principal oposição, caso a atual oposição assuma o governo estadual em 2015.  

O povo segue sua vidinha de luta... não há o que comemorar ainda... Maranhão e la Macha permanecem confusos e o risco de um outro nobre assumir as velhas armaduras é muito grande! 

PS.: Quem será esse menino repórter ao lado do senador? 


sábado, junho 28, 2014

O dia que a chefa ficou vendo a prorrogação de fralda...e Spider apareceu em campo


Antes das cobranças dos pênaltis ..fiz uma brincadeira no Facebook:
"Que a gosma do homem aranha ... entre na mão de alface... que o trave vire um ímã para as bolas do Chile!" Bem.. deu muito certo! kkkk. 

Confesso que não confio no Júlio César. Mas, hoje Júlio foi crucial para nossa sobrevivência. No mais... é Neymar que, mesmo penalizado pelo esquema equivocado de Felipão, também soube decidir batendo muito bem o pênalti. 

O Felipão mais uma vez demonstrou sua arrogância e sua incapacidade de ver o óbvio: Oscar está mal, é prejuízo jogar hoje como um homem parado dentro da área (tipo Fred e depois Jô), o meio de campo está um vazio de marcação e de criação, que anula Neymar. Impossível continuar com esses chutões para frente. O Brasil  perdeu todas as segundas bolas. Horrível. 

O time não é de grande qualidade e hoje sobrou em apatia, falta de garra, mas o trave... ajudou e Júlio jogou. 

quarta-feira, junho 25, 2014

Greve dos professores da rede municipal de São Luís e a explícita arrogância como resposta "administrativa"


Tenho acompanhado pelos noticiários e in loco a greve dos professores municipais de São Luís. 

Antes de tudo é preciso ter discernimento e saber distinguir, nas devidas proporções, agitadores profissionais, aproveitadores, ações partidárias e causas/reivindicações legítimas. 

Quem não sabe distinguir ativista orgânico, sujeito-direto de um interesse político e um aproveitador tentando barganhar dividendos parasitando situações políticas legítimas em proveito próprio? O que foi constatado, in loco, nas proximidades da Câmara Municipal: mulheres formavam a maior parte do grupo de docentes presente no local.  Na realidade estavam presentes  inúmeras mulheres, trabalhadoras, mães e merecedoras de respeito.  

O Editorial do JP "Por Exigir com J" (24 de junho de 2014) reproduzido por diversos blogues do soldo pardo, é uma um peça de perversidade e de racionalização da incompetência administrativa. Perversidade por tentar humilhar e achincalhar uma categoria já totalmente desprestigiada e injustiçada, mesmo exercendo um ofício tão fundamental: a Educação. 

Imaginem se o PJ fosse jogado no lixo, se a sua história os serviços prestados ao longo dos anos fossem diminuídos por erros ortográficos etc. contidos em duas ou em três de suas páginas.  Verdadeira estranheza e incoerência com a história de apoio à causa dos injustiçados. Esse JP não lembra o JP de Zé Bogéa (homem combativo, digno de respeito), nem o que conta como sendo sua própria história: 
"Em 29 de maio de 1951, o Jornal Pequeno foi lançado em São Luís pelo jornalista José de Ribamar Bogéa, num momento em que todos os órgãos de imprensa do Estado, de uma forma ou de outra, achavam-se vinculados a grupos ou partidos políticos".

O outro lado, a parte oculta da lua (desse editorial), está a atual gestão municipal, que sempre tenta achar um culpado nas suas sucessivas e fracassadas tentativas de cobrir a cabeça com uma peneira para evitar a luz do sol. Essa gestão é ruim, em diversos aspectos, mas agora começa a assumir a irresponsabilidade política. 

Esse ataque às professoras e professores da rede municipal, bravas e bravos trabalhadores é o mais perfeito ato de despreparo administrativo. Isso não é gestão de gestão pública, mas de humilhação e ridicularização de profissionais honrados. 

Responsabilidade pública e respeito seria apresentar, ao invés de tentar ridicularizar os docentes municipais, uma proposta capaz de equacionar os interesses. Interesses sim, política é e sempre foi espaço de interesses. O espaço político foi criado para equacionar interesses e estabelecer a primazia do interesse público. O editorial é uma bem montada afirmação de desconhecimento do que é Política. O trecho seguinte serve bem como ilustração: "que interesses políticos governem seus movimentos". Absurdo! 

Essa "mudança holandina" está sobrecarregada de pessoas que conhecem a educação muito bem como negócio, como lucro e local de promoção, mas que não a tem como valor, como direito e bem público. A que interesse serve o chefe do Executivo que buscar ridicularizar todo o corpo docente do ensino público? Ao G! O G da ganância do negócio do ensino privado. Eles conhecem bem essa área. 

Esse 'gestor" municipal está demonstrando densa incapacidade de equilibrar a ética da responsabilidade com a ética do compromisso. Não existe nada aí de mudança para melhor. É mesmo teor, eco e grito do velho do atraso.  O que já é visível nessa anunciada "mudança" é a silhueta de um mal pior em termos de intolerância, autoritarismo e arrogância. 

Professores (as), guardem isso: "Exigindo com J não vão conseguir absolutamente nada, nem ensinar seus alunos." (Editorial JP). Vocês não podem esquecer isso.

A cobrança por essa ortografia deve recair sobre o dirigente do sindicato que recebeu esse material, depois sobre o dono da gráfica. Professores não fizeram a editoração do material. Tudo isso cheira coisa sórdida. Se existem deficiências de formação e qualificação profissional a resposta tem que ser com programas e projetos de qualificação para sanar isso.  

Ficar se ancorando no antagonismo Sarney/Oposição para desqualificar a reivindicação dos professores é débil e ridícula. Tentar encobrir a incapacidade de gerenciar a crise orçamentária do município culpando a Lei de Responsabilidade Fiscal é uma vergonha. Como alguém pleiteia ser chefe do Executivo desconhecendo orçamento? Não sabia das dificuldades? Por que não se candidatou a prefeito do Jardim do Éden? Só no paraíso tudo está arrumadinho e pronto eternamente (para quem acredita). 

O engraçado é que agora a herança maldita deixada por João Castelo sumiu, não foi usada em nenhum parte do Editorial. O que houve? Castelo fez uma boa gestão e deixou as contas arrumadinhas? 

Não bastando ocultar os descaminhos da gestão anterior, culpar a lei de responsabilidade fiscal e o pacto federativo, o espírito da mudança  grafou: "neste grave momento de dificuldades econômicas e financeiras do país e que afeta principalmente a municipalidade."  (sublinhamos). 

Absurdo. Nem os mais radicais da direita e da oposição à Dilma ousaram afirmar isso. Dilma, eis os teus aliados!!!! 


Povo do Maranhão, Sarney já não é. A questão é qual mão cairá sobre nossas liberdades. Preocupante. estamos em um grave momento de dificuldades, mas de ordem Política. 



 SEM PROPOSTAS - ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2022 O que tem movido os eleitores brasileiro diante das candidaturas à presidência da República este ...