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Mostrando postagens de Fevereiro 24, 2011

Os limites de uma perspectiva explicativa para o crime

Há uma vasta literatura e até uma reivindicação de uma ciência do crime: Criminologia. Essa literatura volta-se a discutir qual a perspectiva e os métodos mais apropriados para se investigar o crime e/ou o criminoso (conforme a corrente) e suas conseqüências sociais e jurídicas (se inimputável ou não, qual pena e sua duração ou forma). O crime acaba ganhando um tratamento especial e sendo abordado de uma forma exclusiva. O crime, em boa parte, é tratado como um fenômeno em si. Sabe-se pelo conjunto das ciências sociais e humanas que nenhum fator pode assumir o privilégio de ser a causa principal do crime. Pois não há crime fora ou acima de contextos culturais e históricos. Qualquer leitura do crime vai estar vinculada a um contexto no qual ele é produzido e no qual pode assumir sua condição material e simbólica. Sempre haverá uma vinculação ao contexto. Mesmo que se chegasse a uma legislação universal sobre os delitos e os crimes, isso não apagaria os traços da singularidade histórica,…

QUE AMAVA

*
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. Carlos Drummond de Andrade *o nome desse poema é quadrilha