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Mostrando postagens de Maio 10, 2012

A ESTÉTICA DO PODER E A POLÍTICA COMO PIADA

Apesar do Maranhão nunca ter sido batizado de estado-fascista, é a unidade político-administrativa que mais tempo vem sustentando uma política na forma de espetáculo. O poder foi posto em cena e convertido em ritualização publicitária, tanto na fórmula “romana” adulterada: do circo e circo, como pela via da força midiática, usada pelos governos. 
Sucessivamente os programas de governo e os pronunciamentos dos governantes não passam e de meras peças publicitárias, em sedução e fantasia.  Trata-se de um processo contínuo de espetáculos de sedução, onde governar é seduzir, é manter o povo entorpecido por promessas grandiosas, atos e obras megalomaníacas, frutos não do planejamento ou da percepção das prioridades dos negócios públicos, mas de rompantes, vaidades e idiossincrasias. 
O altíssimo gasto público com publicidade deixa inequívoco seu caráter predominante na forma de governar. Mitos, fantasias, falseamentos, apelos sentimentais e a exploração do medo, promessa de amparo e proteção …