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Mostrando postagens de Dezembro 17, 2011

Natal, ostentações, perversidades, asneiras e esperança...

Mais um ano passou. Passou (assim) desprovido de novidades. A inércia reforçada, da nossa “política”, nos  coloca sempre em páginas de noticiários como os últimos. Não só últimos, mas os últimos por sermos os mais miseráveis.
Por outro lado,  as riquezas se avolumam, as ostentações perdem o bom senso e a razoabilidade. Riquezas mágicas, dignas de contos de fadas. Mágicas incríveis. Em um mar de baixos salários e pessoas situadas abaixo da linha de pobreza emerge, como encanto, megaempresas maranhenses, proliferam empreendimentos em setores de luxo e de padrão de consumo financeiramente mais elevado. Negócios que esnobam pujança em um mercado consumidor constituído de funcionários públicos que, na sua grande maioria, tem salários baixos. Os empregados não-estatais, em larga maioria, estão no setor de serviços e também são poucos os com rendimentos acima de 05 salários mínimos. Muitos nem gozam de trabalho formalizado, são explorados sem carteira de trabalho assinada, sem qualquer outra…