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Mostrando postagens de Maio 21, 2011

ESTADO, LEIS, HERMENÊUTICA FUXCIANA, POLIGAMIA, LIBERDADE E AMOR.

Por hermenêutica fuxciana entendemos toda e qualquer hermenêutica que representa visão limitada, sem caráter crítico, sem dimensão reflexiva, sem percepção de conjunto/sistêmica e que estabelece a realidade jurídica como uma realidade desvinculada da história, da dinâmica social, das configurações culturais e políticas. No entanto, ressalta-se, que tal desvinculação não é ato de ignorância, mas postura reacionária anti-republicana e antidemocrática, remetendo o fazer jurídico ao descrédito social. Cujo estilo é uma erudição fanfarrona reacionária.
O que será exposto não é fruto de uma visão positivista ingênua do Estado e do Ordenamento Jurídico. Portanto, a falta de congruência e coerência aqui criticada não é fruto de uma visão que pensa o ordenamento jurídico como totalmente sem contradições, sem lacunas, o que vai sempre existir diante do caráter dinâmico da sociedade e da impossibilidade de qualquer marco regulatório cobrir todas as necessidades da vida social. Ao contrário disso…