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Mostrando postagens de Janeiro 1, 2011

A PRIMEIRA PRESIDENTE DA REPÚBLICA E A PRIMEIRA RAINHA DE UMA REPÚBLICA.

A realidade é dialética, contraditória, mas não necessariamente com a unidade dos contrários, tal como pensou Marx e muito mais ainda seus seguidores apóstolos. A realidade é dialética, porque também encarna paradoxos, as alteridades, o caos etc.

O Brasil é uma realidade que sempre pôs os paradigmas nos seus limites. O país foi inventado pós-moderno, fazendo-se nação fora dos  tradicionais paradigmas de nacionalidade etc.,etc.
Nesse momento inaugural, quando o Estado brasileiro, na forma republicana, recebe pela primeira vez uma mulher na Chefia do Estado e na Chefia de Governo, uma presidente,   o que  celebra a continuidade democrática do país, presenciamos, por outro lado, um paradoxo democrático/republicano: o Maranhão sagrou a Primeira Rainha de uma “república”.
O quarto mandato da Senhora Governadora não tem mais efeito democrático, porque confirma um campo político sem alternância e esvaziado da credibilidade competitiva. Ao lado disso, avoluma-se a negação da virtude cívica quan…