terça-feira, julho 26, 2011

CASTELO SUPERA SEU ALTER EGO (GARDÊNIA): CONTRIBUIÇÃO CRÍTICA PARA UMA PSICANÁLISE DO BURACO

Rua da PAZ , Jardim S. Cristóvão


Todas as colocações e observações aqui feitas são restritas ao homem público, aos compromissos e obrigações de quem está no exercício de poder público. Não nos interessa vida particular.

O outro íntimo e oposto (de gênero) do senhor Castelo é sua esposa Gardênia. Dizendo de outra maneira: a senhora Gardênia é versão política-administrativa feminina de Castelo. Para Lacan o outro é (entre várias definições que deu para o mesmo termo): “o lugar de onde pode ser colocado, para ele, a questão de sua existência”.

Castelo acaba de superar o Caos da administração de sua esposa, cujo ponto emblemático foi a invasão e o incêndio do prédio da prefeitura. As distorções do ego que levaram o prefeito a ultrapassar o seu alter ego, conquista negativada, é fruto da impossibilidade de amputar o elemento essencial da estruturação de seu próprio ego político: o sarneísmo.
Isso provocou uma necessidade compulsiva de camuflar sua ingratidão para com seu criador político, já que não pode se livrar da sua essência estruturante política.


Essa carga  sobre a personalidade, que não consegue se harmonizar consigo mesma como ser livre do sarneísmo, produziu fixações fantasmagóricas de  fossos, convulsionando  a mente (escurecida e labiríntica) de Castelo. Não sem motivos, o calçamento das ruas de São Luís está cheio de buracos. Ao mesmo tempo, em que o prefeito investe em propagandas para dizer que está calçando as ruas. Porém, na realidade, os buracos permanecem, reproduzindo as fixações fantasmagóricas de fossos que dominam sua mente já conturbada. 

Essa tensão psíquica está arrastando o prefeito para um ponto crítico, levando-o de um delírio a outro sem interrupções. Castelo está perdendo cada vez mais o contato com a realidade: diz que está revigorando o asfalto, onde o asfalto está em melhores condições; diz que está pavimentando as ruas, asfaltando etc., mas o asfalto se dissolve, não resiste a nada.


Bairros inteiros estão esburacados, com bueiros entupidos, entradas de galerias sem tampa,  falta de iluminação pública nas principais vias de acesso, lixões se ampliando etc., mas ele não consegue ver essas coisas como prioritárias. Acaba fazendo uma administração pior do que administração efetivada pelo seu alter ego político-administrativo: Gardênia.

O que tem do outro lado dessa lua (aquele lado escuro, que nunca aparece)? O que leva as autoridades dos poderes públicos fiscalizadores não agirem quanto a esse asfalto que dissolve e ao desperdício de recursos públicos?

O “asfalto” é tão solúvel em água que o pedrisco solta da massa “asfáltica” e fica sem nenhuma marca de pinche. Na borda dessa lagoa, que aparece na foto, as pedrinhas de brita, que faziam parte da composição do “asfalto”, aparecem limpinhas... Como? Que pinche é esse que nem gruda no pedrisco?

Espera-se, diante da omissão de diversas autoridades estatais, que os bispos, pastores e pais-de-santo assumam a fiscalização da coisa pública e mandem fazer uma análise, em laboratório, desse asfalto e depois divulguem os resultados. O povo (contribuinte)  precisa saber que composição asfáltica é essa. Pois é nítido o desperdício do dinheiro público provocado por essas questões psíquicas que tomam conta do prefeito. 

OBS.: Essa rua (foto) foi asfaltada por Castelo esse ano.

Hoje é Páscoa.

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