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Mostrando postagens de Abril 17, 2010

VOTO ELETRÔNICO E FRAUDE

Não se pode considerar como uma democracia efetiva onde os procedimentos e mecanismos de participação não possam ser examinados, corrigidos e supervisionados. Enfim, não pode gozar de todos os créditos de democracia onde não há transparência e credibilidade ao exercício da vontade popular.
A postura que tenta eliminar o debate através de fórmulas do tipo: “por definição”, “última palavra” e “situação inconteste”, só pode ser pensada como autoritária. A segurança da urna estabelecida por decreto, na fórmula “por definição”, é uma coisificação para gerar crença cega aos que não se permitem pensar ou enganam-se pela sua boa fé. Esse contexto é gerado por transe psíquico de exaltação do Eu, em que alguns togados sentem-se em pura onisciência e elevação. Carregados pela sensação de poder inconteste não aceitam e nem permitem a vocalização dos questionamentos e das preocupações sobre a segurança da urnas eletrônicas.
Democracia é espaço público com contraditório e exigência de transparência …