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Mostrando postagens de Maio 27, 2013

Blade Runner .. a última página da modernidade das luzes, a concretude diluída do desencantamento do mundo.

Blade Runner .. a última página da modernidade das luzes, a concretude diluída do desencantamento do mundo. Eis o filme ficcional que celebra as potencialidades diversificada da sociedade produzida pela doutrina Iluminista, cientificista, da crença na razão e na ciência. Blade Runner diz em todos seus quadros que a tecnologia não é para libertar a todos, os guetos continuarão mesclados de atrativos tenológicos e miséria. O dilema da criação persiste, mesmo na criação-reflexa posta como réplicas.   A cultura como efervescente pluralidade de sintéticas experiências. Tudo é um enigma, todos estão entorpecido nas imagens que criaram. O ar é sombrio, a vida ficou sombria sob a trama corporativa-tecnológica. Não há espaços mais para manhãs claras, para campos verdes e floridos.  O desencantamento se tornou o todo no nada.  O melhor filme de ficção tendo como pano de fundo a hiper expansão  da sociedade moderna, desdobrando-se no epílogo da contemporaneidade. Nenhum filme criou uma atmosfera tã…