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Mostrando postagens de Maio 3, 2011

O NOVO. DE NOVO?

Uma banda petista assumiu a fixação oligárquica de fantasiar o velho com máscara de novo. É plausível, sem forçar muito, enquadrar como parapráxis de contestação da sua própria condição de permanência, de velho, de arcaico. Para celebrar o “novo” dessa banda... Fragmentos da poética do poeta-senador Sarney...
- Fragmentos do poema Carta do Anti-Santo José aos seus tristes:
“EU, de nome José, rasguei os olhos da vida em cinza manhã de abril. Chorei e o campo chovia onde a cidade pedia tempos, clemência e amor.”
- Fragmentos do poema Os marimbondos de fogo:
(II) “VELHO horizonte parado, de tatuagens e cores. (VII) “POR ódio de que eu quis matar a tudo matei. (VIII) ESTAMOS agora aqui e não-eu e tua névoa pois nossa ambição perdeu-se dentro de nós e do mundo (X) EU barro do Maranhão, chapadas de Urucuruna, homem e pássaro onde fui aventureiro de sonhos, de gente apascentador e de indomáveis rebanhos."