sábado, julho 26, 2014

O César: Planeta dos Macacos, moral e eficácia


Ontem fui ver o Planeta dos macacos (confronto). Eis que o César diz para o humano bom: "Macacos começaram guerra etc." Sabe.. na minha ingênua observação que começou a guerra foram os humanos, pois já tinham invadido uma área dos macacos e ferido um dos seus membros. Além disso, estavam decididos a tomar a barragem de qualquer jeito e, para chegarem ao seu objetivos foram se armar. Iam fazer um ataque dentro da área residencial dos macacos, o que resultaria em uma luta de lanças contra fuzis, metralhadoras e bombas. 
Mas o perverso Kobo constatou plano dos humanos, percebeu que com energia eles teriam muito mais recursos e força, descobriu o potencial destrutivo de suas armas e tirou do inimigo o fator surpresa. Isto é, Kobo teve a coragem de buscar se defender... Porém, Kobo tinha, além disso, a ambição de ser o chefe, mandar nos demais e para arregimentar seu grupo atirou no líder e provocou um incêndio. Por tudo isso Kobo foi para o lugar maldito dos vilões. Mas tirando Kobo da história o mais provável é que a macacada seria extinta ou escravizada novamente. 
O César macaco, em outra cena, disse ao seu filho: "descobri que somos muito parecidos (humanos e macacos)". Kobo, o vilão, durante anos de jaula e sofrimento, sabia o que os humanos eram capazes em termos de maldade e, com eles, aprendeu a ser mal do mesmo modo. Isto é, Kobo compreendeu e incorporou essa condição de parecidos ao humanos pela maldade. Essas questões, do ponto de vista histórico, podem sofrer diversos enquadramentos morais, mudando o ângulo e o ponto de observação. No mais, é ideologia (performance de linguagem: discurso, carregado de interesses). 

Brasil/Israel ser anão não é ofensa

Simplesmente o governo brasileiro está mal chefiado e composto. Por isso, senhores como esse tal porta-voz de Israel, acham-se tão seguros para se pronunciarem de qualquer maneira em relação ao Brasil. Confundem, antes de tudo, os atuais ocupantes do governo com o Estado Brasileiro e Povo Brasileiro.  

Ninguém deve se sentir ofendido por ser comparado a anão. Não devemos reforçar o ato preconceituoso desse senhor em relação aos anões. Que fique restrito a ele e em nome de quem ele fala essa visão pejorativa dos anões. Não devemos nos sentir ofendidos motivados pelo mesmo princípio que não nos deixa ver ver judeus como seres abjetos, repugnantes e nem como ratos. Esse senhor, que fique destacado, não parece representar judeus, mas sionistas. É bom lembrar o sionismo está na essência do Estado de Israel. Sionismo não é judaísmo.

O Brasil só precisa dizer que o Estado de Israel não tem diplomacia nenhuma e que por isso não tem qualquer credencial para falar sobre o tema. Onde e em que momento eles se guiaram por princípios diplomáticos? Foram diplomáticos desrespeitando as resoluções da ONU até hoje? O Estado de Israel é uma nulidade diplomática. Esse senhor é um exemplo de nulidade diplomática e por não saber ser diplomata, o Governo Brasileiro deveria convidá-lo a se retirar do país. 

Israel não tem o direito de fazer tudo que quiser isento de responsabilidades. Após a Segunda Guerra Mundial, criou-se, no mundo, uma imensa proteção sentimental aos judeus e, em decorrência disso, ficou proibida a crítica ao Estado de Israel, como se tudo que fosse falado ou direcionado às ações do Estado de Israel fosse anti-semitismo. Ora, esse sentimento deu origem a uma ideologia perigosa, onde Israel pode cometer qualquer atrocidade em nome da segurança e do combate ao terrorismo, sem ser responsabilizado. 

Israel pode fazer tudo? Por quê? Quem tirou dos palestinos o direito de ver Israel como terroristas? Quem tirou dos palestinos o direito de serem respeitados como humanos? Esse suposto diplomata deveria dizer mais sobre a participação de Graça Aranha na ONU. Assim, talvez ficasse mais claro o parâmetro que ele usou para avaliar nossa diplomacia.  

Hoje é Páscoa.

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