domingo, setembro 11, 2011

IV Congresso do PT e o Inimigo imaginário




O que quer o PT? O que pensa o PT?

Também faremos das campanhas municipais uma trincheira em defesa da democratização do Estado brasileiro como caminho estratégico para eliminar os privilégios das oligarquias, as fortalezas da corrupção e o poder dos grandes grupos econômicos. Todos nossos candidatos militarão, desde suas tribunas e palanques, pela aprovação da reforma política e eleitoral. Explicarão aos eleitores de todos os rincões a necessidade de se implantar o financiamento público das campanhas e do voto em lista pré-ordenada, além da adoção de novos mecanismos democráticos como as leis de iniciativa popular a convocação de plebiscitos e a realização de referendos. Essas serão nossas bandeiras para nos contrapormos ao discurso demagógico e oportunista das forças conservadoras, que se recusam a mudanças estruturais no sistema político brasileiro.” (p. 23)

O que dizer então do Maranhão? Quem são as forças Conservadoras aqui no Maranhão? 

Quais são as oligarquias e que privilégios são esses? Quem se recusa?
Iniciativa popular, plebiscito e referendos? Novos mecanismos?

Financiamento público de campanha com esse nível de corrupção? Financiamento público de campanha sem definir primeiro o teto de gasto de campanha? Combater as oligarquias implantando lista pré-ordenada?

O 4º. Congresso do Partido dos Trabalhadores autoriza a direção nacional a adotar todas as medidas de preparação para a disputa eleitoral em 2012, em conformidade com as orientações acima estabelecidas. Isso significa não apenas a implantação de nossa política programática e de alianças, mas também a construção de mecanismos para impulsionar o lançamento de candidaturas competitivas, a construção das estruturas de campanha e o embate político contra a oposição de direita.   (p. 23)

A direita da situação deixa quieta? A oposição de esquerda deixa quieta também? Quem é mesmo a direita no Maranhão? Que inimigo é esse no Maranhão?
“Adotar todas as medidas”. Mais vertical não podia ser nem o inimigo poderia ser tão imaginário.
Novo mecanismo democrático seria assumir a luta pela implantação do Recall nas formas alemã e americana. Isso sim aprofundaria a democracia semidireta. O povo retirando do poder e sem mediação, sem direito a recursos os inaptos para governar.  

Hoje é Páscoa.

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