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Muhammad Ali o Ouro Olímpico e o rei da nobre arte


Ali (17 de janeiro de 1942 - 03 de junho de 2016) foi uma das primeira personalidades mundiais que vi na TV. O jeito brincalhão e provocador representava bem o homem show das mídias modernas. Mas Ali era um talento excepcional e um atleta. 

Sua carreira vencedora tem um início para o mundo na data de 1960, quando ganha a medalha de ouro no jogos Olímpicos de Roma, categoria meio-pesados. Daí foi direto para fama no boxe profissional na categoria pesos pesados para ser campeão em 1964-67, 1974-78, 1978-79. Ali obteve tais conquistas em praticamente (quase) em três décadas diferentes. Sendo seu primeiro título com apenas 22 anos. Encerrou a carreira em 1981 com 61 lutas profissionais, saindo vencedor em 56 delas com 37 vitórias por nocaute e 19 por decisão por pontos, perdeu cinco, sendo 04 decisões. Entre suas lutas estão 19 defesas vitoriosas de cinturão (título).  (Já li essas história em dezenas de revistas esportivas, matérias de jornais e enciclopédia. Mas podem pesquisar a Enciclopédia Britânica, está atualizadíssima). 

Plástico, ágil, extrovertido, falador e fulminante. Era assim Ali nos ringues quando boxeava. Fez sucesso dentro e fora da arena do boxe. Nascido Cassius Marcellus Clay, Jr. fez uma virada política religiosa adotando o nome Muhammad Ali, após se converter aos Islã quando entrou para o ativismo da Nação do Islamismo (Islã). Ali se recusou a lutar no Viatnã, em 1967, o que rendeu a perda do título e licença para lutar, só recuperada em 1971. Ali tornava uma questão que ia se tonar cada vez mais constante para os USA. 

Para finalizar esse recado, nada melhor do que o humor de Ali: "And I wouldn't even mind if folks forgot how pretty I was." Desconfio que Ali serve para diferenciar uma era do Sucesso dos Gênios dessa nossa nossa era do sucesso do Imbecis. 

Vide nossos últimos 13 anos, onde a pilhagem do Estado, a usurpação da coisa pública e a extrema incompetência foram alçadas à condição de heroísmo.  




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