domingo, novembro 16, 2014

Um grito pelo Brasil... vai além de interesses partidários e corporativistas

O conservadorismo e o populismo sempre usaram como argumento os "interesses maiores" para negarem participação ampla, direito à igualdade com o reconhecimento das diferenças.
Observando o discurso malabarista de racionalização dos defensores do atual governo, percebo o quão distante estão de certos princípios que outrora empunhavam, a relativização extrema que sutentam e uma cega vontade de conversar status, mesmo contradizendo os parâmetros de condição republicana.
Pode-se em nome de supostos avanços sociais querer suprimir direitos em troca de benefícios? Toda essa corrupção pode ser justificada ou ignorada em nome de melhorias sociais? Não. A corrupção não pode ser admitida como condição de desenvolvimento, como instrumento de administração e lógica de Estado.
O combate à corrupção não renúncia de políticas públicas em prol do combate à pobreza, não discordar de avanços socais, mas combater o crime e renunciar o populismo e conservadorismo que coloca como inevitáveis práticas que aniquilam a coisa pública e o governo de lei.
Conservadorismo é defender a continuidade desse estado de corrupção e buscar justificar esse absurdo. A liberdade do cidadão democrata não goza de descanso. A omissão gritante tem sido um golpe silencioso às instituições democráticas. Chega! 

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