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SIONISMO NÃO É JUDAÍSMO



A atitude desrespeitosa do senhor Avigdor Lieberman, Ministro de Assunto Exteriores de Israel, mostra de forma explícita como os Sionistas são. Não há como negar que essa atitude não só feriu a pessoa de Luiz Inácio Lula da Silva, mas ao Brasil e seus cidadãos que, no caso, estão representados pela Presidência da República.

Cabe dizer (em bom tom) que sionismo não é judaísmo e para muitos judeus o sionismo é uma espécie de câncer (veja foto no final do texto) para o judaísmo. No entanto, não devemos também confundir anti-sionismo com anti-semitismo. Combater o sionismo não é pregar ódio aos judeus. O sionismo é uma organização nos moldes das organizações secretas, que age e atua de forma variada para concretizar o projeto político de Israel enquanto Estado. Isso não é propriamente um projeto religioso, não é síntese da identidade judia e não estritamente submetidos à Torá. É organização laica.

Para saber o que é sionismo nada melhor do que ler um texto produzido por Judeus: http://www.nkusa.org/Foreign_Language/Spanish/UASR.cfm

DETALHES TÃO PEQUENOS:

“MESQUITA, Júlio César Ferreira de. Fundador do jornal O Estado de S. Paulo. Nasceu em Campinas, SP (1862) e faleceu em São Paulo (1927). Filho de Francisco de Mesquita, de Vila Real, Trás-os-Montes, província portuguesa de forte presença judaizante. Embora no Brasil sua família seja católica tradicional, sempre mantiveram ótimas relações com a comunidade judaica e com Israel. O ex-libris familiar, descrito como um vendedor de jornal da velha São Paulo, tem influência da iconografia do profeta Elias.” (Judaizantes ilustres nos 500 anos de Brasil. In. Revista JUDAICA, nº35.)

O jornal O Estado de São Paulo reclama estar 227 dias sob censura. Segundo o jornal, o clã político Sarney teria provocado isso.

Eis uns dos fardos que o PT e Lula vão ter que aguentar. Quem precisa de quem?






































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