Quarta-feira, Janeiro 25, 2012

458 anos de grandeza e de ser não traduzível facilmente

Mercado Municipal de São Paulo

Hoje, 25 de janeiro de 2012, a capital do estado de São Paulo, a cidade São Paulo completa 458 anos. Está entre as maiores cidades do mundo em população e economia. São Paulo é grande, às vezes caótica, mas múltipla e diversa. Ao mesmo tempo que é uma cidade de pedra e cimento é também uma cidade de parques e bosque. A marca de São Paulo é que ela não se deixa traduzir de foram fácil, simples e nem completa.  

Ao um só tempo são os marcos e a perturbadora aglomeração. Tudo. 
O mercadão é um dos seus recantos. Charmoso e fervilhante o mercado municipal tem uma bela arquitetura e mantém condições digna de ser sempre visitado. Espaço público do encontro, do sabores. É também aniversariante nessa data, completando 79 anos. Para festejar os aniversários estendeu o seu horário de funcionamento até às 02h00min. Isso um mercado de uma metrópole. 

Daqui a pouco, no dia 08 de setembro, São Luís completará 400 anos. A cidade sofre com questões básicas e simples, que vão da falta de água e calçadas até aeroporto. Os mais perfeitos exemplos dessa deplorável ruína administrativa e política por que passa a capital do Maranhão são os seus mercados. 
Marcado Central São Luís

Todos os mercados de São Luís são dignos de serem fechados por questão de saúde pública. São verdadeiros centros de sujeira, abandono e irresponsabilidade. Fedem, são imundos, piso deteriorados, as instalações elétricas e sanitárias são ruins, os ambientes estão empestados de ratos, moscas e baratas. 

No dia do aniversário de São Luís o Mercado Central, o Mercado do Peixe e a feira do João Paulo deveriam ser fechados como um presente à cidade. As condições atuais desses mercados ferem a nossa história, nos insulta enquanto cidadãos. 

Por que não se fez uma reforma, ou melhor, por que não se construiu um novo Mercado Central? Por que não se priorizou obras como essa? Faltou recursos? Não. Recursos tem demais. Basta ver a via expressa, o espigão costeiro e outras coisas duvidosas realizadas com o dinheiro público. 

Essa é fórmula que nos faz sempre os últimos no que é bom e primeiros em tudo que não presta! 

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