sexta-feira, outubro 16, 2009

CAEMA: A FONTE DE TODAS AS OLIGARQUIAS







A greve na CAEMA, segundo o Sr. Ricardo, acabou. Apesar de ser importante, não recebeu a devida atenção dos blogs “independentes”. Essa manifestação foi importante porque escancara a similitude das oligarquias maranhenses e a precária condição da cidadania no Maranhão. A grave situação do abastecimento de água da nossa capital é fruto de um descaso de muitas décadas. Como se já não bastasse o fornecimento irregular de água em dias normais de funcionamento da empresa, uma greve na CAEMA parece algo extravagante. Porém, a reivindicação dos funcionários pela implantação do plano de cargos e salários (PCS) é legítima. Hoje receberam a promessa que o PCS vai ser implantado em maio e um abono de 100 no “tiquete”.

A CAEMA tem um monte de consumidores inadimplentes, não tem como aumentar seu faturamento, porque não tem como oferecer em maior volume o seu produto mais valioso: água. Sem ter água para oferecer aos consumidores, o consumo permanece na mesma. Por outro lado o que arrecada já está em parte comprometido com a manutenção do que tem e com a folha de pagamento. Torna-se necessário baixar a inadimplência, oferecer atendimento de qualidade, regularizar o fornecimento de água. Sem isso não vai aumentar seu faturamento. Mas isso demanda por investimento na captação, tratamento e distribuição da água.

Hoje na CAEMA falta até engenheiros ou quem saiba sobre as bombas do Italuis.

A tubulação do sistema Italuis não tem recebido a devida manutenção e tem apresentado problemas em vários trechos, tudo fruto do descaso.

No entanto, a CAEMA é altamente eficiente enquanto fonte de manutenção dos esquemas oligárquicos, é por ela que se alimenta todo uma rede de apadrinhamento, clientelismo e repasse de verbas... No esquema de pingo em pingo, centenas de contratos (de pessoal) são estabelecidos e por aí são cheias as caixas (d’águas) dos partidos e das campanhas.

Nessa empresa a conciliação oligárquica se efetivou, sem alardes, durante todo o governo Lago. As empresas que atuavam na CAEMA antes do governo Lago permaneceram, não foram afetadas pelo Governo da Libertação. Quando Jackson foi cassado e assumiu a atual Governadora, elas só mudaram o nome de fantasia para "voltar ao trabalho". Agora atuam de maneira bem mais confortável, no melhor governo da vida delas, é certo, mas estavam "bombando" nas águas dos Lagos, mesmo sendo os seus proprietários membros da oligarquia-mor. Com isso, fica claro que o sistema de abastecimento de água só não tem eficiência para garantir água e esgoto aos cidadãos, mas é perfeita aos esquemas das oligarquias. Todos bebem nessa fonte... e em espécie. É o milagre oligárquico da transformação da água!!!!

quarta-feira, outubro 14, 2009

PROFESSOR: PERSONAGEM TRÁGICA DA PÓS-MODERNIDADE




Com muito pesar tenho que admitir que vejo o professor contemporâneo como personagem trágica da Pós-modernidade. Por quê? Porque é a profissão que mais é afeta pelos impulsos das transformações globais em curso! Tudo que pode haver em termos de deslocamento, fluidez, afrouxamento, descrença pública da Ciência e esvaziamento de sentido passam pela sala de aula. Não só isso: o próprio lugar e o status dessa profissão não encontram mais referências estáveis, tampouco positivadas. É um personagem cujas responsabilidades e cobranças se multiplicam, sem que haja um correlato reconhecimento dos seus serviços, sem que haja uma justa remuneração ao que lhe é cobrado.
Para ser professor, atualmente, o pretendente há que acumular um número considerável de títulos que, trocando em miúdo, implica anos e anos de cursos de graduação e pós-graduação, isto é, muito tempo de vida só para se formar. São 10 anos, no mínimo, para obter o doutorado.
No exercício de sua docência cumpre obrigatoriamente pesquisar, participar de seminários, congressos, simpósios etc. Estudar, fazer extensão, exercer curso de formação continuada, produzir e publicar artigos e fazer todos os serviços de secretaria que lhe forem atribuídos, com a implantação dos "relatórios eletrônicos, a saber, digitar nota, digitar falta, digitar conteúdo, digitar planos de aula; digitar prova, produzir aula em powerpoint, digitar texto para transparência etc. Essa carga de tarefas traz um sofrimento e desgaste que não tem como retorno reconhecimento, respeito nem ganho financeiro condicente.
No seu ambiente de trabalho é cada vez mais reduzido e destinado a uma posição secundária. Nela as relações sociais (típicas) vão assumindo formas estranhas e desfiguradas, sem que ele possa incidir sobre o curso das ações como sujeito, como produto e produtor do processo. Acaba figurando apenas como “produto”.

Ele é tragicamente arrastado e lançado nas convulsões da incerteza, das perdas de referências, na fluidez dos valores. Diante de qualquer crise educacional ele é lançado como o devedor e, portanto, o que deve ser punido!
As mãos do poder político e as mãos do mercado o aprisionam em uma pedra para ser imolado no experimentalismo e na produtividade. Os alunos, os pais dos alunos e os pedagogos o acorrentam na pedra para ser imolado pelas exigências por respostas e soluções para além de sua competência docente. Pais e pedagogos querem que ele seja deus e que tudo possa fazer, que tudo possa saber e solucionar. O pedagogo acha que sempre dispõe de uma técnica, um recurso a ser aplicado e o que falta é o professor adquirir novas habilidades e competências; portanto, o que falta é ele ser mais educador. Os pais querem que o professor, além do seu ofício, assuma as responsabilidades da família ("isto sem mencionar o que exigem da escola") e que seus filhos passem a ser pessoas maravilhosas a partir das aulas. Como se as escolas fossem substitutas das famílias.
Em todos esses olhos o professor é nitidamente desumanizado ou como deus ou ser bestial. Quando não, é fantasiado enquanto mágico. Mas nunca é percebido em sua condição humana e de cidadão, que o seu exercício profissional passa por garantias profissionais: salários, condições de trabalho, recursos etc. 

Falta a percepção de que o ensino-aprendizagem implica em relações sociais e disposições de poder, onde os sujeitos: professor, alunos etc., são portadores de vontades, interesses, limitações, projetos etc. Ninguém ensina nada a quem não quer aprender.
O exercício profissional minimamente digno implica proteger o profissional de humilhações, psicológicas, materiais e simbólicas. Essa proteção simplesmente não existe e cada vez mais professores são agredidos e executados por pais de alunos ou por alunos (a escalada da violência). Reconhecer que a educação integral não se realiza só com aulas na escola é reconhecer que vários são os responsáveis pela educação do ser humano e não só o professor. Ser professor é uma profissão e deve ser tratado igualmente como profissional em deveres e direitos, respeitando-se as especificidades decorrentes desse exercício profissional. 
O discurso que repetida vezes afirma que professor é pura devoção, doação... é hipócrita e demagógico. Quem vai sustentar e manter a família do professor? Como o professor vai ser competente sem ter como investir no seu aperfeiçoamento?
Arrumem outro culpado! Professor não é mágico!

terça-feira, outubro 06, 2009

DANÇA DOS LOBOS




RELAÇÃO DOS MÓVEIS: (DEPUTADOS ESTADUAIS) Afonso Manoel - Saiu do PSB ingressou no PMDB; Alberto Franco - Saiu do PSDB ingressou no PMDB; Antônio Bacelar - Saiu do PDT ingressou no PMDB; Arnaldo Melo - Saiu do PSDB ingressou no PMDB; Carlos Braide - Saiu do PDT ingressou no PMDB; Cleide Coutinho - Saiu do PSDB ingressou no PSB; Graciete Lisboa - Saiu do PSDB ingressou no PMDB; José Lima - Saiu do PSB ingressou no PMDB; Marcos Caldas - Saiu do PT do B ingressou no PRB; Paulo Neto - Saiu do PSB ingressou no PRB; Rigo Teles - Saiu do PSDB ingressou no PV; Rubens Pereira Júnior - Saiu do PRTB ingressou no PCdoB; Stênio Rezende - Saiu do PSDB ingressou no PMDB.

(DEPUTADOS FEDERAIS) Davi Alves Silva Júnior - Saiu do PDT ingressou no PR; Zé Vieira - Estava sem partido e se filiou ao PR.

NÃO É PROIBIDO MUDAE DE PARTIDO, MAS TEM QUE TER JUSTA CAUSA.


A legislação em vigor, Resolução - TSE 22.610/2007, com redação dada pela Resolução - TSE nº 22.733/2008. Prever que:
Art. 1º - O partido político interessado pode pedir, perante a Justiça Eleitoral,
a decretação da perda de cargo eletivo em decorrência de desfiliação partidária sem
justa causa.
§ 1º - Considera-se justa causa:
I) incorporação ou fusão do partido;
II) criação de novo partido;
III) mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário;
IV) grave discriminação pessoal.
§ 2º - Quando o partido político não formular o pedido dentro de 30 (trinta)
dias da desfiliação, pode fazê-lo, em nome próprio, nos 30 (trinta) subseqüentes,
quem tenha interesse jurídico ou o Ministério Público eleitoral.

No maranhão definitivamente o “MURO SE MOVE”. E OS OPORTUNOS MESMOS MODOS VOLUNTÁRIOS OU INVOLUNTÁRIOS DAS CONVENIÊNCIAS PESSOAIS DANÇAM COM FURROR.
Diz-se que as coisas se renovam na história, mas que não surgem do nada. Quem acredita que esses que aí estão serão os germes da nossa mudança?

domingo, outubro 04, 2009

VAI PARA LÁ MACACA




Algumas suspeitas e resistências trago desde a minha infância. Nunca acreditei naquele esquema que mostra a evolução da espécie humana. Sempre me intrigou o fato do bichinho começar todo torno e preto e depois que fica ereto automaticamente fica com a pele branca. Não que desacredite nos esforços científicos e, particularmente, na contribuição de Darwin. A evolução das espécies tem grandes méritos e serviu como fonte de inúmeras interpretações e teorizações que posteriormente foram surgindo. Nem Freud, nem Marx escaparam do evolucionismo.
Entre os equívocos surgidos nessa posteridade foi o mito, revestido de cientificidade, da evolução linear do homem, que teria tido como antepassados supostos macacos ou algo parecido. Isso tudo é reforçado pela semelhança entre o homem e chipanzé, cujas semelhanças genéticas chegam a 98%.
Tanto Lucy como, recentemente, Ardi alimentam esse mito, pois os seus defensores esperam achar todas as peças de uma cadeia evolutiva para comprovar uma base comum. Isto é, a vida humana seria resultado de uma evolução, e somente isso. Adi quando foi achada no início da década de dos anos 90 do século XX, encheu de esperanças os crentes da evolução, pois poderia resolver o enigma do elo perdido. Encontrando-se o elo perdido, as diferenciações posteriores, representadas pelos diversos galhos da árvore filogenética, explicaria a tal semelhança de 98%.
Esse mito esconde o essencial: a grandeza dos 2%. Como esse pequeno grande percentual não é pensado? Como não refletir sobre o potencial diferenciador de 2%, que resulta numa brutal diferença de condição e supremacia frente à natureza e na cadeia interativa? São os 2% mais gigantes e com maior conseqüência que se tem registro.
Para tristeza da crença cega do evolucionismo Ardipithecus (Ardi) não pode ser considerada essa chave para garantir que descendemos de macacos. Ela é só um tipo de macaca. Diz muito mais sobre gorilas e chipanzés do que sobre nós.
Vai para lá macaca. Eu não sou seu parente!

quarta-feira, setembro 30, 2009

ALVEJAR, COLEGIADO E MEIO-LIMPO




Um dos poucos mecanismos de participação direta do povo, a iniciativa popular, é de difícil efetivação e por isso tem dado bem pouco resultado. Na verdade foi feita com exigências para que o povo desista de querer ver sua vontade fixada em lei.
Ontem chegou no Congresso uma das poucas iniciativas populares efetivadas desde a entrada em vigor da Constituição de 1988, a iniciativa tenta impedir que pessoas com “ficha suja”: condenados e/ou denunciados sejam impedidos de concorrerem a cargos políticos eletivos. Essa iniciativa foi articulada pela CNBB, Movimento Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), além de diversas organizações da sociedade civil.
A OAB já se pronunciou contrária à forma originalmente apresentada, alegando que o juiz de primeira instância pode errar, quer que a condenação só sirva para impedir a candidatura se for uma decisão colegiada, isto é, proferida por mais de um juiz.
Na forma original está previsto a denúncia do Ministério Público como motivo para também impedir a candidatura.
Sou a favor integralmente da moralidade e da transparência nos atos da Política, mas há algumas coisas que necessitam ser vista nessa questão.
Primeiro – o argumento da OAB beira o sinistro. Se o juiz de primeira instância não é confiável, então como confiar na justiça? Desembargadores vão julgar todas as demandas diárias para a justiça ter credibilidade? Como vão se efetivar essas decisões colegiadas diante do volume de casos? Todo cidadão que pretender ser candidato o seu processo vai passar a ter tratamento especial? Quem disse que decisão colegiada de desembargadores está isenta de vícios e outras coisas mais?
Basta lembrar que as denúncias ou processos dos pretendentes a candidatos não vão estar no mesmo ritmo de andamento. E se depois de ter sua candidatura impugnada o “réu” for inocentado. Não caberá uma ação indenizatória? Quem vai pagar ou reparar isso?
É preocupante o fato de se ter como critério para impugnação a denúncia aceita pelo Ministério Público, como garantia de imparcialidade absoluta. Por que o juiz de primeira instância pode errar e um promotor não? Aceitação de denúncia pelo Ministério Público já tem efeito condenatório?
Segundo – é totalmente agressivo o argumento de alvejar difundido pela Globo assume tons fascista na medida que generaliza o corpo parlamentar como “sujo” e quando promove a idéia de uma espécie de caça às bruxas.
Terceiro – o terrível vício corporativo e falta de compromisso com a vontade geral de alguns parlamentares, especialmente, Michel Temer – PMDB, presidente da Câmera que, sem perda de tempo, já se posicionou a favor de uma flexibilização. Outros parlamentares, menos notórios, mas igualmente eficientes, correm para criar dispositivas que gestem os candidatos fichas meio limpas. Será que é uma inspiração dos que comungam ser correto os 90% de honestidade?
Quarto – o maior perigo e mais devastador será todo o esforço e aspiração dos cidadãos não serem desrespeitadas por completo. Que sob argumentos da defesa das garantias individuais e dos princípios do Estado de Direito se perpetue o abrigo e a proteção a contumazes criminosos que agem garbosamente ao longo de décadas contra a vida pública, a coisa pública, os negócios públicos e a vontade geral.
Quinto – não se pode adiar a construção de barreiras a criminosos que usam a via eletiva como meio para pilhar o Estado e personificar o Poder Político.
O POVO DO CHAMADO MENSALÃO SERÃO ATINGIDOS SE A LEI NÃO FOR MUDADA.

sexta-feira, setembro 25, 2009

O ORÁCULO DE DIRCEU E A ESPADA DE DÂMOCLES




Em dia de visita e encontros (23/09/2009) o ex-ministro da casa civil, ex-presidente do PT, ex-Deputado Federal, ex-militante estudantil de esquerda José Dirceu falou despreocupadamente sobre a terra, a água e o ar. Falou da preservação ambiental, falou dos feitos do Governo Lula sempre utilizando o pronome de tratamento na primeira pessoa do plural: NÓS, etc.
Falou de sua biografia, seu retorno clandestino ao Brasil e que logo que chegou pensou em investir na agricultura (acho que quis ser fazendeiro), mas desistiu do negócio agrícola com medo falir. Porém, logrou êxito em se casar com uma dona de boutiques, passando a ser chamado de “Pedro Caroço” (personagem de uma canção que tem um refrão que diz: “ele está de olho é na boutique dela, ele está de olho é na boutique dela”).
Enfim, deixou claro que o cenário desejado aqui no Maranhão para a candidatura de Dilma é uma aliança PT-PMDB, mas disse que o PT – Maranhão vai ser respeitado na sua autonomia.
No meu humilde olhar de leigo e des-filiado involuntário, faltou platéia, faltou mais objetividade no debate, particularmente diante da proximidade do PED.
O PED vai dar algumas medidas de cálculos em termos de alianças e candidaturas para o pleito eleitoral de 2010. No Maranhão a situação eleitoral do PT não é uma das melhores e está assumindo a condição de partido nanico, com baixo número de vereadores, prefeitos e deputados estaduais e federais.
Essa situação não é só incômoda, mas também estranha, pois nenhum outro partido no Maranhão tem uma militância como a do PT, cujo engajamento é notório, mas o rendimento eleitoral do partido não é nada maravilhoso. A maioria dos candidatos não consegue atingir a margem de mil votos. O que há? Já que inúmeros petistas estão envolvidos em movimentos sociais e entidades classistas? Falta de recursos? Falta de mobilização? Falta de capital social? Falta de organização de campanha? Falta de material publicitário adequado? Ou é rejeição do eleitorado? Falha de comunicação com as massas e estratos sociais médios? Falta de objetividade e clareza nas propostas?
Considero como problemas graves: 1- atomização desencadeada pelas tendências que, no embate para fora do PT, acabam agindo sozinhas, o que resulta num baixo desempenho e fragilidade frente aos opositores massivamente mobilizados em blocos; 2- falta clara de algo que caracteriza qualquer partido: lógica do projeto, ocupar o centro poder; 3- Falta de coordenação geral, de agregação cooperativa; 4- falta de estratégias e compromissos compartilhados por todas as tendências; 5- fragilidade organizacional presente no interior das tendências, várias estão rachadas; 5- Excessivo personalismo das proposições, complementado por baixo nível de objetividade; 6- Falta de consenso e trabalho conjunto de projeção de nomes para torná-los eleitoralmente competitivos; 7 – a crença no auto-isolamento da política nacional acompanhada de uma impossibilidade de tradução (ninguém consegue entender bem o que é, como é ).
Enfim, Zé passando por nossos jardins... Enquanto o PT-MA fica sob a espada de Dâmocles.

quarta-feira, setembro 23, 2009

SUCESSÃO: coisas já ditas




“O jogo ainda está muito aberto, mas sem Ciro o Serra cresce muito, se o PT não acordar que Ciro é o candidato que mais divide voto com Serra, as coisas vão ficar inviáveis para o PT. Até agora Lula tem apostado que em 2010 vai ser uma escolha entre os feitos do seu governo e os do PSDB, mas o eleitorado talvez não seja tão linear na sua leitura e passe a cobrar de Dilma aquilo que ela não tem, tão pouco é certo que os feitos do governo Lula possam ser traduzidos como Dilma. Até agora os números indicam que a ausência de Ciro na disputa presidencial é perigosa a existência de um segundo turno.” Postei esse comentário dia 16/08/2009 no blog:
http://ethospolitico.zip.net/arch2009-08-16_2009-08-31.html

Os números da pesquisa Ibope/CNI divulgados hoje (terça-feira 22/09/2009) possibilitam repetir essa observação sobre as necessidades estratégicas do presidente para garantir um sucessor de dentro da sua base partidária.
Os números atuais:
1- Cenário: Serra (PSDB) 34%; Ciro (PSB) 14%; Dilma (PT) 14%; Heloísa (PSOL) 8%; Marina (PV) 6%.
Agora é a vez de trocar os anéis pelos dedos!

 SEM PROPOSTAS - ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2022 O que tem movido os eleitores brasileiro diante das candidaturas à presidência da República este ...