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quinta-feira, setembro 03, 2015

São Luís 403 anos. Quando chegarão ventos bons por aqui?


São Luís vive, até o momento, um mesmo tom administrativo, que teve início em 1985. Excetuando os Gonçalves (Dona Gardênia e Castelo, o responsável pela eleição de Holandinha) a Prefeitura tem sido uma possessão do PDT (partido democrático trabalhista). Salvo o primeiro mandato de Jackson Lago, nada de significativo foi feito. Nenhuma intervenção urbanizadora significativa foi feita nos últimos anos, nenhuma inovação na gestão pública aconteceu, a qualidade de vida em São Luís não melhorou. Já é bem nítido que esse tom "administrativo" que tomou conta da Prefeitura de São Luís é ultrapassado e está se tornando cada vez mais prejudicial à cidade. 

Vamos aos fatos.
A drenagem continua uma lástima, a pavimentação continua pífia, sempre com obras paliativas. Existem mais de trinta pontos de alagamentos na área mais central de São Luís. O escoamento da água pluvial é precário e cada vez piorando mais. Inexiste a manutenção regular dos bueiros. Falta tampas de esgotos e grades nas bocas de lobo. Faltam sarjetas feitas dentro das especificações técnicas (com um mínimo de racionalidade e observando que a água desce por conta da força da gravidade). Existes vergonhosos canais de esgoto a céu aberto. Até quando vamos ter valas como as da Areinha, Coroadinho etc. ?  Atualmente está em curso uma tais audiência públicas sobre revisão do Plano Diretor, na verdade esse Plano Diretor está em estado de revisão já faz muito tempo. O que a administração de Holandinha quer é atender as novas exigências dos empresários do setor imobiliário. O que eles querem é aumentar o gabarito e construir torres ao longo da orla. Vejam se há alguma previsão de compensações nas áreas a serem impactadas, vejam se há dispositivos para esses empreendimentos serem obrigados a realizarem melhorias no entorno. Nada! É só mais um acerto para atender interesses privadíssimos. Essas audiências estão sendo feitas de um modo para não ter participação significativa da população. 

O transporte público é "planejado", ditado e imposto pelo Sindicato dos donos de ônibus, que a cada ano são agraciado com o aumento do subsídios, mas sem oferecerem melhores serviços. Manter uma população de mais de 1 milhão de pessoas na dependência de um único meio de transporte de público de massa é algo perverso. Enquanto em todas as capitais estão buscando diversificar o transporte público, aqui Holandinha em acerto com os donos de ônibus enterraram o VLT. Os donos de ônibus com uma margem de lucro folgada e os cidadãos condenados a usarem ônibus miseravelmente velhos, com péssima manutenção e nenhuma higiene (alguns fedem, bancos encardidos, piso imundos etc.). Não bastasse só a péssima qualidade dos veículos, as rotas são mal planejadas e em nada levando em consideração a questão do custo/benefício. O tempo o por demais desperdiçado. Não existe paradas seletivas e, para piorar, existem os terminais que, na prática, só servem para desperdiçar dinheiro público e humilhar ainda mais a população que precisa de transporte público. Há cinco anos atrás disse que esses terminais não são necessários, são verdadeiros sumidouros de dinheiro público e precisam ser fechados. No lugar desses terminais deveriam existir escolas com ensino tecnológico (precisamos de técnicos/cientistas, nós já temos um estoque de poetas colossal - ser poeta não inviabiliza ninguém de ser cientista e vice versa) e creches de tempo integral. 

O saneamento é o supra sumo do descaso. São esgotos e mais esgotos despejando in natura nos rios e no mar. Assim como os donos de ônibus (os reais donos do transporte "público"), os donos das construtoras podem fazer livremente o que quiserem, podem: grilar dunas e mangues, interromper e bloquear ruas, construir na projeção (continuação) de avenidas e ruas, desrespeitar o afastamento (recuo), construir sobre mata ciliar, aterrar calhas de rios, córregos e bacias naturais. E tudo isso sem levar qualquer compensação para a área onde constroem. Estão acima de tudo. Ganham até habite-se sem a obrar estar acabada. 

Seguindo a lista dos horrores encontramos as péssimas condições sanitárias de vários estabelecimentos comerciais, particularmente restaurantes, lanchonetes e similares (a sujeira é até glamourizada como se fosse parte da nossa tradição). Ninguém é fiscalizado verdadeiramente e só uns poucos punidos. 

Temos um nó cego em São Luís: serviços de saúde. No âmbito da saúde pública municipal é a mais grave. É um cenário complicado demais e que envolve o próprio modelo de Sistema Único (SUS). Existia a promessa de construção de um novo hospital, aí veio todo um debate sobre a localização e agora simplesmente não existe mais na prioridades municipal a construção desse hospital. Cadê a grana desse projeto do novo hospital? Quantas reformas ainda serão feitas no eterno reformado Socorrão I? 

Aí vem a a limpeza pública. Verdadeiro desastre na gestão atual. Ruas e avenidas inteiras sem capina nos canteiros e calçadas, terra acumulada nas sarjetas e o absurdo aumento de descarte de entulho nas áreas "verdes". Além disso, a cidade está emporcalhada visualmente com um monte de cartazes e anúncios irregulares em postes e muros, viadutos. Cartazes de show de bandas, de palestras, de culto, de festejos, de serviço de manutenção etc. Sujeira total. Segue a isso a poluição sonora dos pancadões, que de forma mais que visível perturbam o sono e sossego de milhares de pessoas em bairros, condomínios e praias. Até agora nenhuma legislação municipal mais específica foi elaborada para combater isso. Outra praga que se alastra pelos bairros: as ruas são transformadas em oficinas e garagens. Alguns moradores de condomínios estão utilizando calçadas como garagem de forma permanente. Ninguém faz nada. Outra coisa que é preciso perguntar é: cadê aquela lei de calçadas e muros? Por que ela não é aplicada em terrenos no Renascença, Calhau, Olho D'Água? 

As áreas "verdes". Bem, as áreas verdes merecem até um post exclusivo. O que estamos assistindo no Vinhais é total cumplicidade do poder público com a grilagem. No Vinhais estão invadindo as áreas verdes, são casas e mais casas construídas irregularmente nas áreas que foram reservadas à vegetação. Na Cohab a grilagem está escancarada sobre as praças, além da ocupação irregular e absurda por trailers e barracas. Existem áreas verdes quase totalmente encimentadas. Ninguém faz nada. Quando as "áreas verdes" serão libertadas de dessas barraquinhas de comerciantes, dos "escritórios" de postos de táxis e de moto táxis?  Quando essas áreas serão espaço para lazer dos moradores (serão pontos culturais)? 

São Luís tem uma das piores sinalizações de trânsito. Placas velhas, semáforos que não funcionam. Inexiste um sistema de monitoramento do trânsito. O número de foto sensores e radares são insignificantes e não existem em diversos pontos críticos. Onde e em qual lugar do mundo existem 3 ou 4 semáforos em sequência em uma distância de menos de 1km? Nenhuma passarela para os pedestres. Criaram uma ideologia que o povo não gosta de usar para não fazer. Completa falta de respeito. As rotatórias mais problemáticas: Cohama, Forquilha, Tirirical, São Cristóvão não sofreram nenhuma intervenção para melhor ar a trafegabilidade e acabar com os engarrafamentos. Cadê o dinheiro do viaduto da Forquilha? As pontes do Caratatiua/Ipase continuam com engarrafamento. O que foi feito exatamente na Forquilha, onde a estrada da Maioba se une à estrada de Ribamar?

E as calçadas? Bem, agora o Holandinha está fazendo um cenário cenográfico para mostrar "calçadas" feitas em sua gestão. Fazer as calçadas é o certo, basta ver que as ruas visualmente ficam melhor e ajuda de imediato no processo de limpeza da mesma. Mas, o que Holandinha está fazendo é muito abaixo da necessidade e padrões técnicos. Começa pela qualidade da massa ("cimento"), depois a falta de interesse de fazer o serviço completo, faz em um trecho e, na mesma rua, deixa sem fazer outros trechos. Até agora , a Prefeitura não removeu nenhum obstáculo existes nas calçadas, tais como: postes (no centro da calçada), barras de ferro, muretas etc. Sem falar que não realinhou o meio fio, nem melhorou o espaçamento da calha da rua. Ficando uma calçada par dentro e outra para fora. Onde o proprietário do imóvel avançou com a calçada ou rampa sobre a rua a Prefeitura não mexeu. A casos absurdos na Avenida Mato Grosso na Chácara Brasil, Na rua Aririzal, só para exemplificar. Na rua Aririzal tem uma calçada e uma sarjeta feita pela prefeitura que servem de paradigma para uma arquitetura-piada. 

Arborização. Cadê as milhares e milhares de plantas que iam ser plantadas? Não existe nenhuma jardinagem e paisagismo significativo em São Luís. As áreas verdes estão cheias de entulhos ou encimantadas por barraqueiros. Os canteiros centrais das avenidas, as poucas plantas que existem estão abandonadas, os próprios canteiros totalmente danificados e sem manutenção (só ver o da avenida Dos Franceses). O mais absurdo é escutar o presidente do Instituto dizer na TV Mirante que ainda vão fazer um estudo para ver qual a planta adequada para plantar nos canteiros. Esse Instituto (Impur) ainda não sabe quais plantas devem plantar? Triste ver a praça Gonçalves Dias ser desertificada (só cimento, nem grama tem nos canteiros). 

O Centro Histórico é agora um laboratório de higiene social. A doutrina do darwinismo social chegou forte por lá, mas, melhoria no ambiente, como um todo, não aconteceu. A mais recente novidade é a desastrosa liberação para carros, inclusive fazendo da praça Nauro Machado estacionamento de carros oficiais. A rua Grande sempre a espera de um projeto decente, de melhorias significativas, mas tudo não passa de promessas vazias e delirantes. A praça Deodoro e o Mercado Central são dois certificados de descaso e de total falta de visão administrativa. Vergonhosos os nossos mercados. 

Falta dinheiro? O dinheiro é pouco? Nem tanto. O que falta é gestão, empenho, vontade política,compromisso e respeito com o erário. A gestão eficaz passa por achar e desenvolver respostas e soluções com escassez de recursos. Existem inúmeras soluções de baixo custo, que vão da despoluição da água até a pavimentação sustentável. Quanto a Prefeitura economiza na conta de energia utilizando fonte de energia eólica e fotovoltaica? Para arborizar é preciso milhões? Não é! A questão dos milhões são outras... Somado a isso, a baixa qualidade administrativa não sabe reduzir gastos (desperdícios), otimizar o uso dos recursos etc. Existem pastas importantes com baixo orçamento e que o "gestor" ainda tem o luxo de gastar mal o dinheiro público. Ao invés de estabelecer as prioridades e efetivar ações que surtam melhor resultado, eles pegam o recurso que já é pouco e pulverizam de forna ineficiente, gerando nada em lugar nenhum, tendo como resultado somente alimentar clientela eleitoral, nada mais que seja real benefício da população. 
E nisso São Luís vai ficando cada vez maior populacionalmente e muito, muito menor em qualidade de vida. Está sendo transformada em um monstro.

Tenho uma amigo (poeta e empresário) que diz o seguinte: "São Luís é um milagre. Sabe?! Como ela consegue existir? Essa cidade insiste em sobreviver. É incrível isso! Esses caras (os governantes) tentam destruir essa cidade de todas as formas, mas ela consegue sobreviver a eles. Ela sobrevive a essas desgraças (os governantes). É impressionante isso!" 

É, poeta... acho que a cidade já está esgotada, sem as necessárias forças para resistir. Veja o cenário como está, poeta! 

domingo, junho 14, 2015

Tirando o nível de uma administração

A água fica empoçada na entrada do condomínio ... a boca de lobo bem próxima, mas falta o uso do nível




















Na construção civil tem um recurso que já ultrapassa milhares de anos: o nível. Tirar o nível, bater nível são expressões conhecidíssimas de mestre-de-obras, pedreiros, ajudante de pedreiro etc. Pois é, o nível serve exatamente para medir os desníveis do terreno etc. etc. Essa percepção das variações da superfície do solo.. que qualquer pessoa consegue perceber, mesmo não tendo noções de edificação, não sendo topógrafo ou engenheiro... Porém, nas obras da prefeitura de São Luís nem perceber o nível topográfico conseguem. Nem mesmo em uma "obra" de recapeamento asfáltico de um rua e "construção" de sarjetas. Quem quer testemunhar é só caminhar pela rua Aririzal (Cohama/Eldorado). 

Na Aririzal o chão está pintado, sinalização das faixas foram feitas (com inúmeras estranhezas). Mas não foi muito além disso. Os pedestres vão continuar sofrendo para caminhar: calçadas de diversos níveis (uma com quase 80 cm de altura), desalinhadas (umas mais para dentro da pista ou mais recuadas). Não bastasse isso, as bocas de lobo continuam quebradas, sem tampas e (pasmem) fora do nível. Essa gestão é tão fora de nível que não consegue perceber que água desce pela força da gravidade.  Alguém tem que dizer que a água que escorre na rua não está sob os mesmo mecanismo como a excreção da urina (não existe nas ruas um sistema nervoso autônomo). 

Sarjeta. Que sarjeta foi feita? Passar uma camada de cimento entre o meio fio e a borda da pavimentação... só isso não faz sarjeta alguma. 


Por que esses políticos daqui sempre acham que podem fazer qualquer coisa e de qualquer jeito? Por que eles acham sempre que nós não merecemos o que preste, algo de qualidade? Por que esses nossos políticos sempre nos desmerecem tanto com tanta omissão, falta de vontade e sempre nos impondo "obras" miseráveis? 

Esse nível de administração não pode continuar... de jeito algum! 

domingo, dezembro 07, 2014

Lembrete a papai noel (1)


Hora de lançar meus pedidos ao velho Vermelhinho: Papai Noel. Pois é, Papai Noel, aquele pedido feito ano passado não foi atendido. Lembra? Eu pedi um Prefeito para a cidade de São Luís. Aproveito para fazer mais uma vez: Por favor... em 2015 mande um Prefeito para São Luís. Será um grande presente! Essa bela imagem foi feita hoje (07/12/2014) na rua Projeta na Forquilha, trata-se da única interligação entre a estrada de Ribamar e a estrada da Maioba depois do Maiobão.

sexta-feira, novembro 28, 2014

Holandinha e a mudança


Holandinha, isso é o estado de uma rua na sua administração.  Antes do seu governo existiam vários buracos nessa mesma via,  mas, agora, na sua gestão, virou um enorme buraco e todo o asfalto sumiu. Isto é, piorou (é essa sua mudança?). 
Essa rua é importante para interligar bairros. Liga a rua do Aririzal à avenida Jerônimo de Albuquerque, na altura da ex-rotatória do Roque Santeiro. Ela é importante para os moradores fugirem do colossal engarrafamento do retorno da Cohama.  
O senhor vai continuar desprestigiando o nosso voto  (o nosso voto de crédito e confiança que depositamos no senhor)? Cadê a mudança, prefeito? Votei e fiz campanha para senhor acreditando nisso. Faça alguma melhoria nessa via antes das chuvas. Ou melhor, comece a ser o prefeito que o senhor prometeu ser na campanha eleitoral! 

sábado, setembro 15, 2012

Por que os candidatos não falam dos limites e divisas entre São Luís e São José de Ribamar?



Observem. Como e por qual critério foi firmado esse imenso corredor que assegura São José de Ribamar possuir a praia do Araçagi? Qual critério e elementos foram suficientes para essa praia pertencer ao município de São José de Ribamar?  Esse corredor é estranho. Primeiro, A praia/o bairro do Araçagi se encontra bem distante da sede do município de São José de Ribamar e não se desenvolveu sob sua influência, mas sob a administração do município de São Luís que, ao longo dos tempos, implementou melhorias nessa localidade. Segundo, o bairro do Araçagi é urbanisticamente integrado ao município de São Luís, sendo a praia uma referência histórica da cidade de São Luís.

Ora, essa delimitação é uma articulação feita para beneficiar o município de São José de Ribamar quanto ao repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Entenda o FPM:

 “Transferência constitucional composta de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. A distribuição dos recursos aos municípios é feita de acordo o número de habitantes. São fixadas faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual. O mínimo é de 0,6 para municípios com até 10.188 habitantes e o máximo é 4,0 para aqueles acima 156 mil. Os critérios atualmente utilizados para o cálculo dos coeficientes de participação estão baseados na Lei 5172/66 (Código Tributário Nacional) e no Decreto-Lei 1881/81. Do total de recursos, 10% são destinados às capitais, 86,4% para os demais municípios e os 3,6% restantes vão para um fundo de reserva que beneficia os municípios com população superior a 142.633 habitantes (coeficiente de 3.8), excluídas as capitais.” (C.D) 

Foi por esse motivo que o corredor foi montado, em detrimento dos municípios da Raposa, Paço do Lumiar e São Luís. São José de Ribamar incorporou, graças a essa mágica, bairros bastante populosos, que cresceram e foram beneficiados pela administração municipal de São Luís. Exemplos: Araçagi e parte do Cohatrac.  Com isso a população do Município de S. J. de Ribamar deu um salto. Além disso,  Povoados como a Maioba, que fazem parte das referências simbólicas e culturais de São Luís, passaram a ser do município de São José de Ribamar. Esses limites precisam ser revistos e não podem ser aceitos como consolidados. As populações desses bairros precisam ser ouvidas e terem a chance de se manifestarem sobre isso. O correto é que seja efetivada uma consulta junto aos moradores e que eles possam optar. 

É de se requer que os limites de São José de Ribamar tenha fim no Tijupá Queimado, onde deve ser estabelecida uma nova divisa.

Aceitar essa configuração dos limites de S. J. de Ribamar é abdicar de patrimônios de São Luís e concordar com perda de receita. O que aí está é estranho e reflete o descaso das autoridades municipais de São Luís. 

quarta-feira, agosto 29, 2012

São Luís: Kit de banho 400 anos



A falta de água tratada em São Luís é fruto da perversidade dos poderes executivos e da omissão-cúmplice de diferentes autoridades nas diversas esferas do Poder Público. Não estamos em região desértica e o estado conta com vários rios perenes. A Prefeitura e a Câmara Municipal não podem continuar ignorando o fato que esse serviço de abastecimento de água é uma concessão. Isso é uma absurdo. Banhar regularmente debaixo de um chuveiro virou um luxo e só para os cidadãos incomuns. Nós, mortais e "cidadãos" comuns... estamos condenados ao KIT. Basta!!!!

 SEM PROPOSTAS - ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2022 O que tem movido os eleitores brasileiro diante das candidaturas à presidência da República este ...