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sábado, maio 25, 2013

Política de pleonasmos, pléonasmes, pleonasms

Foto: não foi possível identificar o autor. 

Essa semana chegou a seguinte questão na caixa de mensagens diretas,  da minha página no Facebook: "O que você está achando das medidas governativas?". Respondi: Pleonasmos! Enviaram mais perguntas: "Em qual dos governos? Por que pleonasmos?" Respondi: No governo que ficou ausente na sua pergunta. Porque são pleonasmos. .
Depois fiquei pensando sobre as perguntas. Bem, conclui que é melhor exemplificar pleonasmos. 
EXEMPLOS:
"Abusar demais, 
elo de ligação, 
amigo pessoal,
continua a permanecer, 
ganhar de graça,
erário público,
manter a mesma,
certeza absoluta,
retornar de novo,
monopólio exclusivo, 
última versão definitiva,  
criar novo,
completamente vazio, 
descer para baixo,  

minha opinião pessoal, 
outra alternativa,
panorama geral, 
pequenos detalhes, 
detalhes minuciosos,
encarar de frente, 
empréstimo temporário,
planos para o futuro, 
prevenir antes que aconteça,
surpresa inesperada,
comparecer pessoalmente, 
multidão de pessoas,
gritar bem alto,
exultar de alegria, 
consenso geral,  
vereador da cidade." 

sábado, setembro 15, 2012

Por que os candidatos não falam dos limites e divisas entre São Luís e São José de Ribamar?



Observem. Como e por qual critério foi firmado esse imenso corredor que assegura São José de Ribamar possuir a praia do Araçagi? Qual critério e elementos foram suficientes para essa praia pertencer ao município de São José de Ribamar?  Esse corredor é estranho. Primeiro, A praia/o bairro do Araçagi se encontra bem distante da sede do município de São José de Ribamar e não se desenvolveu sob sua influência, mas sob a administração do município de São Luís que, ao longo dos tempos, implementou melhorias nessa localidade. Segundo, o bairro do Araçagi é urbanisticamente integrado ao município de São Luís, sendo a praia uma referência histórica da cidade de São Luís.

Ora, essa delimitação é uma articulação feita para beneficiar o município de São José de Ribamar quanto ao repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Entenda o FPM:

 “Transferência constitucional composta de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. A distribuição dos recursos aos municípios é feita de acordo o número de habitantes. São fixadas faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual. O mínimo é de 0,6 para municípios com até 10.188 habitantes e o máximo é 4,0 para aqueles acima 156 mil. Os critérios atualmente utilizados para o cálculo dos coeficientes de participação estão baseados na Lei 5172/66 (Código Tributário Nacional) e no Decreto-Lei 1881/81. Do total de recursos, 10% são destinados às capitais, 86,4% para os demais municípios e os 3,6% restantes vão para um fundo de reserva que beneficia os municípios com população superior a 142.633 habitantes (coeficiente de 3.8), excluídas as capitais.” (C.D) 

Foi por esse motivo que o corredor foi montado, em detrimento dos municípios da Raposa, Paço do Lumiar e São Luís. São José de Ribamar incorporou, graças a essa mágica, bairros bastante populosos, que cresceram e foram beneficiados pela administração municipal de São Luís. Exemplos: Araçagi e parte do Cohatrac.  Com isso a população do Município de S. J. de Ribamar deu um salto. Além disso,  Povoados como a Maioba, que fazem parte das referências simbólicas e culturais de São Luís, passaram a ser do município de São José de Ribamar. Esses limites precisam ser revistos e não podem ser aceitos como consolidados. As populações desses bairros precisam ser ouvidas e terem a chance de se manifestarem sobre isso. O correto é que seja efetivada uma consulta junto aos moradores e que eles possam optar. 

É de se requer que os limites de São José de Ribamar tenha fim no Tijupá Queimado, onde deve ser estabelecida uma nova divisa.

Aceitar essa configuração dos limites de S. J. de Ribamar é abdicar de patrimônios de São Luís e concordar com perda de receita. O que aí está é estranho e reflete o descaso das autoridades municipais de São Luís. 

sexta-feira, setembro 14, 2012

O significado de 21 para 31 vereadores


A Câmara Municipal de São Luís aumentou o número de cadeiras. Em 2008 eram só 21 vagas para vereador. Graças ao Projeto de Emenda Constitucional,vulgarmente conhecido como PEC dos vereadores. A EC nº 58, estabeleceu um novo cálculo e 22 capitais ganharam o direito de aumentar o número de vagas. São Luís aumentou até o limite. Isso, senhores contribuintes, fez com o número total ir de 21 para 31 de vereadores. Porém, a parte mais significativa dessa questão é custo gerado ( mais). Essa mudança vai consumir mais de 6 milhões do erário público. No ano de 2011, em São Luís,  o número de inscrições no Bolsa Família ultrapassava a marca de 77 mil. O custo dessa transferência de renda era de 9 milhões. Mais vagas, mais custos e menos recursos para investir em melhorias sociais. No meio disso tem vários sangradouros, por exemplo, as assessorias etc. Essa função de assessor precisa ser disciplina melhor. Muito comum hoje, no serviço público, assessores de luxo. Nada contra a atividade. mas se são ajudantes particulares, que sejam pagos com o dinheiro do bolso do próprio chefe e não com os recursos do orçamento público. Espero que esse número de vagas traga uma renovação para a Câmara, no mínimo, 60% de novos vereadores em ideais e compromissos. Defendo a redução dos salários dos políticos em todos os níveis. Aqui, na Câmara,  deveria ter uma redução de 40%, de forma linear...

quinta-feira, agosto 23, 2012

O que Castelo não disse no Horário Eleitoral: rio Gangan





Como prometi... Aqui está algo contrário ao que foi dito no horário eleitoral gratuito. Primeiro, a omissão. No programa do atual prefeito não foi dito que a obra no rio Gangan tem Recursos Federais no valor R$ 7.687.626,11... do Ministério das Cidades, parte do PAC 2.

Segundo, a propaganda diz que TODO o rio Gangan recebeu obras, na placa diz "trecho" e na realidade, para quem quiser ver.... o rio continua seu curso para além desse trecho em obras. Basta ver as fotos.  Essa parte da "ponte" fica no prolongamento da avenida Mato Grosso, pós cruzamento com a Rua Gal. Arthur Carvalho, no Turu. 


Terceiro, por diversas vezes a Prefeitura vinculou propaganda falando de uma ponte para completar a ligação entre a Estrada da Vitória e a rua Gal. Arthur Carvalho. Obra importante e que facilitaria o acesso entre Turu e a Cohab/Cohatrac. Mas nunca foi feita... só existe enquanto promessa. 


Eis o que há no local. Apenas duas bases inacabadas, abandonadas no local... Não existem equipamentos no local, nem qualquer pessoa trabalhando. A ponte que existe é essa de madeira, improvisada pelos moradores. Observem.. o jumento entre as duas bases. Será que o lombo desse animal é a ligação entre as duas bases? Absurdo essa propagando do prefeito.


Essa obra de concretamento da calha do rio não tem nada de sustentável como anuncia na placa. A calha natural, não impermeabilizada, é mais vantajosa, conforme estudos recentes feitos por urbanistas. Além de manter a vegetação e plantas que servem para limpar a água, há infiltração, absorvendo parte do volume da água no subsolo. A calha natural também reduz a velocidade da água durante o escoamento... quando ocorre enchentes. Na calha concretada a água escoa muito mais veloz e torna-se mais destrutiva. Por outro lado, não tendo infiltração e com a crescente impermeabilização das margens, essas calhas alteradas tendem a transbordar mais rapidamente durante o período de chuvas.


Além disso, é um absurdo condenar um rio a ser um canal de esgoto. Por que não construíram galerias e tubulações para receberem os esgotos domésticos? Por que não buscaram livrar o rio dessa poluição por esgoto? 


A placa diz que 10 mil famílias serão beneficiadas. Vejam essa rua paralela ao canal e bem próxima dessa placa. Que benefício as famílias das crianças que estudam nessa creche estão tendo? Como chegar nessa cheche? Isso você não viu nas imagens aéreas sobre as obras do rio Gangan. Faça uma visita e tire suas dúvidas.

terça-feira, agosto 21, 2012

Eu quero mais, eu quero mais: a lamúria como justificativa da incapacidade




O Governo Federal disponibiliza inúmeros recursos para que as prefeituras executem obras  e melhorias de instalações visando a qualidade de vida dos cidadãos. O repasse para construção de ACADEMIAS AO AR LIVRE está garantido pela Lei de Incentivo do Ministério do Esporte. Elas estão sendo instaladas em diversas cidades do Brasil e produzindo qualidade de vida para os cidadãos. Particularmente a idosos e quem não possui recursos para pagar uma academia.


São Luís de 400 anos, por pura falta de capacidade administrativa, ainda não disponibilizou aos seus cidadãos, particularmente nos bairros, esse modelo de academia. O que existe é irrisório diante do tamanho da população. Na verdade, é algo praticamente inexistente nos bairros mais populosos. A Sedel, secretaria estadual, inaugurou duas academias ao ar livre em junho desde ano, mas ambas na Avenida Litorânea, bem longe dos grandes bairros e das pessoas de menor recurso financeiro. Foi academia para quem já tem academia. O que a Prefeitura fez? 

Por outro lado, as áreas verdes estão sucessivamente GRILADAS ou transformadas em lixões. Temos como exemplo os bairros da Cohab, Cohatrac, São Cristóvão etc. Por que tais recursos não são buscados? Simples. A mentalidade atrasada dos que estão governando não os permite perceber e visualizar as necessidades da população. A falta de compromisso público desses senhores impede a população de ter espaços para prática de atividades físicas. Isso é importante para a melhoria das condições de saúde dos cidadãos. Esse repasse é feito pelo Ministério do Esporte e a Prefeitura só precisa entrar com a contrapartida.

Por que esses benefícios não são vistos como importantes por tal “gestor”? As escolas funcionam em instalações precárias, o calçamento é vergonhoso, os transportes coletivos são caros, ineficientes e desconfortáveis, o trânsito está caótico, o abastecimento de água precário e o atendimento médico deficiente. Quais são então as prioridades dessa administração?
Essa academia ao ar livre é na cidade de Belém (PA). Não mostramos as do Rio e São Paulo para a comparação não ficar muito distante.





sábado, março 24, 2012

CASTELO E AS FLORES DO MAL



As rotatórias (lá para as bandas do Calhau) estão recebendo um tratamento “paisagístico”. A fórmula utilizada por Palácio no final de mandato está sendo reeditada por Castelo. Uma patacoada onerosa aos cofres públicos. Trata-se literalmente de flores do mal. São jardins contábeis por onde adubos e folhas fecham cifras monetárias do erário público. Coisa de caudilho, mandão, coronel, patrimonialista e da extrema-direita raivosa.



O que precisa ser plantado nessas rotatórias são viadutos, alças e vias elevadas para acabar com os engarrafamentos que elas geram. 

Vergonhoso ver essas ações infames serem reproduzidas de forma livre e sem maiores constrangimentos. Verdadeira floração anti-republicana.

 A reeleição com a permanência do ocupante do executivo, no cargo, é uma condição favorável ao fortalecimento dessas práticas danosas. Onde ações são forjadas para o mero exercício de promoção eleitoral e criar justificativas de gastos inomináveis.
Trata-se de uma grosseria do ponto de vista político e só a cegueira cúmplice não ver o quanto é oneroso para os cofres públicos uma “maria-sem-vergonha” e uma “palmeira-fênix” em um fim de mandato.



ISSO É UMA VERDADEIRA JARDINAGEM DA NOSSA MISÉRIA POLÍTICA!



 SEM PROPOSTAS - ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2022 O que tem movido os eleitores brasileiro diante das candidaturas à presidência da República este ...