- Lista de feitos inovadores:
-Lista de práticas políticas diferenciadas das velhas oligarquias municipais e estadual:
Obs.: O texto está integral. É só olhar novamente.
terça-feira, abril 01, 2014
segunda-feira, março 31, 2014
Trechos sobre a Ditadura...
Todas as ditaduras são condenáveis. Não existe ditadura boa, necessária e útil. Só a Política é necessária e útil, mas é preciso saber e usar de suas possibilidades. Sou contra ditadura de Direita, de Esquerda, do Alto, de Baixo, do Centro... O caminho da Liberdade é sempre a Liberdade!
domingo, março 30, 2014
Eleições. As medidas e os cálculos dos que querem ficar calçados de todos os lados
Repito. A conciliação conforme formulada por Debrun ainda não se efetivou por algumas vaidades, mas não por falta de afinidades e elementos de permuta. Isso é fato entre os mais graduados da classe política. No médio escalão e no baixo escalão o movimento frenético é por se calçar. Só que alguns aderiram a um processo de calçamento para lá de ambicioso e extraordinário. Não bastando tentar colocar um pé e o outro pé de outro (se não vencer desse lado, fico com alguma coisa do outro lado), mas muitos já querem algo muito inovador: ficar com os dois pés juntos em mais de um lado. Que dança é essa? É mais que provável a ocorrência de quedas (desmoronamentos e anulações políticas). Alguns voam freneticamente na direção da "luz" como mariposas na direção da lâmpada acesa.
A cooptação faz parte do jogo, até certo ponto é compreensível. Incrível é perceber a auto-sabotagem, quem produz para si sua morte e enterro políticos, como se não bastasse o serviço especializado de carrascos e coveiros políticos/eleitorais.
É preciso muita Força para aguentar outubro!
terça-feira, março 25, 2014
Sexta feira da paixão reincidente
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| Foto: UOL |
Nossa recorrente sexta-feira da paixão. Reincidente. Carreguemos nossas cruzes. Nelas morremos em diversos instante antes da última partida. Para quem carrega a Esperança é o início da vida nova.
Ainda ouço gente falando que essa escalada da violência é só uma questão de gestão dos órgãos públicos. A mídia, em geral, busca entrevistar os Secretários de Segurança ou as autoridades policiais. Essa falência dos mecanismos de controle que servem à pacificação social não decorre só da ineficiência do aparato de controle ligado diretamente ao Estado. O problema é bem mais complexo. A crise atinge o controle social como um todo e está para além da competência do Estado, da sua capacidade de ordenar a vida. É totalmente parcial e superficial a visão que se concentra no Estado para pensar o controle social, em particular a pacificação. Igualmente é assim a visão "crítica" que limita o controle social à condição política/social de dominação de classe, como mero mecanismo de manutenção de status quo.
Ainda ouço gente falando que essa escalada da violência é só uma questão de gestão dos órgãos públicos. A mídia, em geral, busca entrevistar os Secretários de Segurança ou as autoridades policiais. Essa falência dos mecanismos de controle que servem à pacificação social não decorre só da ineficiência do aparato de controle ligado diretamente ao Estado. O problema é bem mais complexo. A crise atinge o controle social como um todo e está para além da competência do Estado, da sua capacidade de ordenar a vida. É totalmente parcial e superficial a visão que se concentra no Estado para pensar o controle social, em particular a pacificação. Igualmente é assim a visão "crítica" que limita o controle social à condição política/social de dominação de classe, como mero mecanismo de manutenção de status quo.
Resumir essas expressões de violência e a proliferação de medidas privadas de castigo à ineficácia do controle estatal e especialmente ao seu aparelho repressivo, é ingênuo. Que sociedade constitui sua ordem tão somente a partir do controle estatal? Nem nas experiências totalitárias o Estado conseguiu estabelecer uma base de coesão e pacificação exclusivamente fundado no seu aparato normativo/repressivo. Não existe Controle Social de fato que não seja fruto de múltiplos processos e instituições gerais que criem consensos em tornos de alguns parâmetros de convivência, diferenciando e privilegiando padrões de comportamento e de interação social.
Pacificado não quer dizer sem conflito, nem consenso quer dizer acordo cego e concordância perfeita, tampouco as normas existentes são produtos exclusivos do exercício da dominação e do privilégio de uma dada classe social sobre as demais Muito além disso, existem adesões, cooperações etc. que possibilitam uma validação social de regularidades e padrões mais duradouros.
Em que pese a importância da crítica feita a partir da estratificação social e dominação de classe social, a questão do controle social vai mais além. O que sobraria de contrário às forças de dispersão social, à desregulação social crescente em todos os níveis? Quais mecanismos podem ser pró a existência de vida social em condições pacificada? Velho e lúcido Durkheim... ainda bastante fecundo.
Pobre MAC rebaixado
O eficaz planejamento da destruição. É assim que vejo essas sucessivas ações que levaram o Maranhão Atlético Clube -MAC ao rebaixamento. Vejamos o absurdo. O time foi campeão maranhense em 2013 e em 2014 já está rebaixado.
O técnico campeão foi substituído por um técnico (de fora) que tem no currículo "conquista" de rebaixamento. Quem na sua sanidade vai achar que um técnico especialista em ser rebaixado e o desmonte de forma abrupta de um time inteiro vai ter consequências positivas?
Pois é, fizeram isso no MAC, não poderia existir planejamento melhor para prejudicar o clube. Tudo cheira o começo do fim. Nesse ritmo, no rebaixamento o time será mantido e depois loteiam o que resta do terreno do clube. Tudo conspira para o MAC ficar resumido a um nome de centro comercial na Cohama.
O campo do Ferroviário é hoje o conjunto Araras na Cohama. Como a Dimensão conseguiu ficar dona do terreno não sei. É assim que funcionam as coisas por aqui.
segunda-feira, março 24, 2014
A Marcha Silenciosa também é muito perigosa
Todas as Marchas antidemocráticas são preocupantes com dois ou um milhão de indivíduos. Confesso que atualmente a Marcha Silenciosa, promovida pelos ocupantes do poder, causa-me muito mais pavor.
Primeiro, eles já estão no poder.
Segundo, eles já estão atentando contra a Democracia com sucessivas campanhas de desmoralização e aparelhamento do STF, diversas investidas para limitar a ação do Ministério Público, sistemática interferência nos trabalhos da Polícia Federal e as tentativas de estabelecer mecanismos de censura na imprensa e na internet.
Em que pese o perigoso desejo dos militantes da Marcha da Família, os militares estão mesmo querendo é um justo aumento de salário e reaparelhamento da tropa, que operam com equipamentos do início do século XX. A marcha invisível é a que efetivamente tem agido.
Todo cuidado é pouco.
domingo, março 23, 2014
A Marcha da Família
Não sou contra manifestações. A esquerda autoritária é, pois não aceita o contraditório e imagina-se dona da verdade. Não sou contra manifestação alguma. Não sou contra essa Marcha da "Família"... tal qual não sou contra a marcha da maconha, mas Não Concordo com tais anseios e Nem Apoio tais causas.
Alguns contrários à marcha da família estão comemorando e festejando os tais 500 participantes (alguns jornais falam de 700), pois acreditam que isso simboliza um fracasso. Clara e ingênua percepção. Só o fato dessa marcha ter acontecido já é algo muito preocupante, não por ser contra o Comunismo, mas por pedir intervenção Militar.
Ser contra esse comunismo. de inspiração marxista é salutar, pois o perigo totalitário e autoritário desse regime foi denunciado há tempos por Proudhon (o bom e velho anarquista).
O Perigoso dessa atual Marcha da "família" é o que ela reivindica como saída política, particularmente diante da vergonhosa situação de corrupção generalizada nos Governos. Não vejo uma intervenção militar como solução desse problema. No entanto, esses manifestantes não são pessoas sem motivos, nem um grupelho de ingênuos ou desinformados, como bem quererem acreditar alguns seres supostamente de "esquerda", que vivem sustentados com recursos públicos, transferidos como recompensa pela fidelidade demonstrada aos atuais ocupantes do Poder Político.
Essas pessoas que foram para a Marcha da "família" não pensam igual aos que se opõem à marcha, mas estão longe de serem tolas. Esse é o outro risco: subestimar esses indivíduos. Não se pode subestimar esses cidadãos e suas manifestações. Hoje 500 foram para as ruas, mas desconfio que muitos outros 500 devem ter ficado em casa, porém, na torcida e cegamente em plena comunhão com tal causa.
A primeira marcha ter reunido só 500 manifestantes não é garantia que outras não ocorrerão mais volumosas e mais ruidosas. Discordo totalmente com a pretensão de intervenção militar. Mas respeito o direito de livre manifestação pacífica.
Discordo dos que tentam dizer que eles não têm motivos. Motivos não faltam para se protestar nesse país, principalmente no que diz respeito à vergonhosa escalada da corrupção, à agressão violenta aos princípios democráticos e republicanos, às péssimas condições dos transportes públicos, da saúde e da segurança.
A saída proposta por esses manifestantes da marcha da família é que não agrada ao meu instinto e raciocínio democrático. Porém... se calar diante desse governo jamais!
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